|
|
| Essa é a seção de histórias e curiosidades do Panorama Canino. Aqui você vai encontrar muita coisa interessante. Contribua para a qualidade do nosso portal, nos envie sua história! |
|
Reportagem Retirada do Jornal da tarde em 2000.
O adestrador, Flávio Kurita não perdeu a oportunidade de também prestar sua homenagem a Hachico, o akita que virou exemplo de fidelidade no Japão, e cuja estátua na estação de trens de Shibuia, em Tóquio, atrai centenas de aficionados por cães. Todos sensibilizados com a história deste fiel amigo do professor universitário Eisaburo Ueno, da Universidade de Tóquio, que tinha o hábito de acompanhar seu dono até a estação para vê-lo partir e retornava à tarde para receber o mestre. Numa noite de maio de 1925, o professor não retornou: ele morrera naquela tarde. Mas o leal akita continuou a ir esperar o por eles todos os dias durante nove anos seguidos, e só deixou de aparecer quando também morreu, em março de 1934. |
|
|
|
| Os 10 Mandamentos do Cão |
 |
1- A minha vida deve durar entre 10 e 15 anos. Qualquer separação será muito dolorosa para mim.
2- Dá-me tempo para que eu possa perceber o que queres de mim.
3- Tem confiança em mim. É fundamental para o meu bem estar.
4- Não fiques zangado comigo por muito tempo. Não me prendas em nenhum lugar como punição. Tu tens o teu trabalho, os teus amigos, as tuas diversões. Eu só te tenho a ti.
5- Fala comigo de vez em quando. Mesmo que eu não entenda as tuas palavras, compreendo muito bem o teu tom de voz e sinto o que estás a dizer-me. Isso ficará gravado em mim para sempre.
6- Antes de me bateres lembra-te que tenho dentes que podem ferir-te seriamente, mas que nunca vou usá-los em ti.
7- Antes de me censurares por andar vadio, preguiçoso ou teimoso, pergunta antes se há alguma coisa a incomodar-me- Talvez não esteja a alimentar-me bem. Posso estar constipado. O meu coração pode estar a ficar velho e cansado.
8- Cuida de mim quando eu for velho. Tu também vais ser.
9- Não te afastes de mim nos meus momentos díficeis ou dolorosos. Nunca digas "prefiro não ver" ou "faz quando eu não estiver presente".
10- Tudo é mais fácil para mim se estiveres ao meu lado.
Voltar para o topo |
| Oração do Cão |
 |
Pai Nosso que estais no céu,
Sempre ampare o meu mestre amado.
Para que a sua presença seja sempre o meu refúgio, quando sentir medo e a solidão.
Que a Tua luz Senhor seja a força, para a calma do seu coração,
Não zangando-se comigo, na minha grande empolgação, quando o vejo retornar.
Não permitas que o alimento que sempre me serve, o carinho e o amor que me faz sentir tão feliz,
Ele venha por algum motivo se esquecer de mim.
Perdoe às vezes as suas impaciências,
Assim como eu o perdôo, lambendo-lhe suas mãos.
E fazes Senhor, que a voz do meu mestre, seja sempre um hino de acalento,
Me fazendo descansar profundo, quando deitado aos seus pés.
E se a idade avançada retirar dos meus olhos a luz do dia, ou os meus membros ficarem difíceis nas caminhadas,
Não deixes que meu mestre querido me desampare.
Dai a ele a paciência e o carinho que sempre me foram dedicados.
Para que eu possa levar no meu sono eterno, os agradecimentos,
E as saudades da grande felicidade de ser junto com ele, tão feliz.
|
| O Testamento de um Cão |
 |
As minhas posses materiais são poucas e eu deixo tudo para ti...
Uma coleira mordida numa das extremidades, com falta de dois botões, uma desajeitada cama de cão e uma tigela de água com uma fenda.
Deixo-te metade de uma bola de borracha, uma boneca rasgada, que vais encontrar debaixo do frigorífico, um ratinho de borracha sem apito, que está debaixo do fogão e uma porção de ossos enterrados no canteiro de rosas e sob o soalho da minha cama. Além disso, deixo-te memórias que, aliás, são muitas.
Deixo-te a memória de dois enormes olhos castanhos, a memória de uma caudinha curta e espetada, de nariz molhado e de choradeiras atrás da porta.
Deixo-te uma mancha no tapete da sala de estar junto à janela, quando nas tardes de inverno eu me apropriava daquele lugar como se fosse meu e me enrolava como uma bolinha a apanhar sol.
Deixo-te um tapete esfarrapado em frente à tua cadeira favorita, o qual nunca foi arranjado com o tipo de linha certo, essa é a verdade. Mordi-o todinho quando tinha 5 meses, lembras-te?
Deixo-te também a memória da primeira palmada que apanhei e também todo o meu esquecimento.
Deixo-te um esconderijo que fiz no jardim, debaixo dos arbustos perto da varanda da frente, onde eu encontrava asilo durante aqueles dias de verão. Ele, agora deve estar cheio de folhas e, por isso, talvez tenhas dificuldades em encontrar-me. Sinto muito!
Deixo também, e só para ti, o barulho que eu fazia quando corria sobre as folhas de Outubro, quando passeávamos pelo bosque.
Deixo ainda a lembrança de momentos pelas manhãs quando saíamos juntos pela margem do rio e tu me davas aqueles biscoitos de baunilha. Recordo-me das tuas risadas, porque eu não conseguia alcançar aquele coelho impertinente.
Deixo-te como herança a minha devoção, a minha simpatia, o meu apoio quando as coisas não andavam bem, os meus latidos quando levantavas a voz aborrecido... e a minha frustração por ralhares comigo todas as vezes que eu colocava o nariz debaixo da cauda.
Eu nunca fui à Igreja e nunca escutei um sermão, no entanto, mesmo sem ter falado sequer uma palavra em toda a minha vida, deixo-te um exemplo de paciência, de amor, de dedicação e compreensão.
A tua vida tem sido muito mais alegre porque eu existi.
|
| História do Cão-Guia |
 |
A primeira relação privilegiada entre um cão e uma pessoa cega perde-se no tempo, mas talvez o exemplo mais antigo seja uma gravura mural presente nas ruínas romanas do século I da cidade de Heculaneum. Vinda da Idade Média, chegou até nós uma placa de madeira, que apresenta um cão preso por uma trela a guiar um cego.
No entanto, a primeira tentativa sistemática para treinar cães para guiarem cegos data mais ou menos do ano de 1780 no hospital para cegos Les Quinze-Vingts em Paris. Algum tempo depois, em 1788, Josef Riesinger, um fabricante de peneiras austríaco de Viena, treinou um Spitz Alemão tão bem, que as pessoas, frequentemente duvidavam de ele ser cego.
Depois, em 1819, Johann Wilhelm Klein, fundador do Instituto para a Educação dos Cegos ( Blinden-Erziehungs-Institut) em Viena, mencionou o conceito do cão-guia para cegos no seu livro sobre educação de pessoas cegas (Lehrbuch zum Unterricht der Blinden). Infelizmente não existem registos das suas ideias terem sido postas em prática. Em 1847 Jakob Birrer, um cego suíço, divulgou a sua experiência pessoal de ser guiado por um cão que ele próprio treinou durante cinco anos.
A história moderna dos cães-guia para cegos, começa durante a 1ª Guerra Mundial, quando milhares de soldados voltaram da frente de batalha cegos por causa do gás venenoso. Um médico alemão, Dr Gerhard Stalling, teve a ideia de treinar um grande número de cães, para ajudar esses soldados. Esta ideia surgiu quando passeava com um paciente pelos jardins do hospital, na companhia do seu cão. Deixou-os por alguns momentos, e quando voltou, teve a certeza de que o seu cão estava a tomar conta do paciente cego.
O Dr Stalling começou a estudar várias formas de treinar cães, de modo que estes se tornassem guias fiáveis e, em Agosto de 1916, abriu, em Oldenburg, a primeira escola do mundo de cães-guia para cegos. A escola cresceu, e abriu novas filiais em Bona, Breslau, Dresden, Essen, Freiburg, Hamburgo, Magdeburgo, Münster e Hannover, que educavam 600 cães por ano. De acordo com alguns relatos, estas escolas forneciam cães não apenas para ex-soldados, mas também para pessoas cegas no Reino Unido, França, Espanha, Itália, Estados Unidos, Canadá e União Soviética.
Infelizmente, a parceria acabou em 1926, mas nessa altura, apareceu em Potsdam, perto de Berlim, outra grande escola de treino de cães-guia, que teve grande sucesso. O seu trabalho abriu novas perspectivas no treino de cães-guia, tendo permanentemente cerca de 100 cães nas suas instalações e entregando 12 cães por mês. Nos seus primeiros 18 anos, a escola educou cerca de 2500 cães-guia para cegos, com uma taxa de insucesso de apenas 6%.
Mais ou menos nesta altura, uma milionária americana, Dorothy Harrison Eustis, já treinava, na Suíça, cães para o exército, polícia e serviços aduaneiros. Foi com a sua determinação e experiência que lançou internacionalmente o movimento de cães-guia para cegos. Quando ouviu falar da escola de Potsdam, Dorothy quis estudar os seus métodos e passou vários meses lá. Voltou tão impressionada, que, em Outubro de 1927, escreveu um artigo sobre a escola para o jornal americano "Saturday Evening Post".
Um cego americano chamado Morris Frank ouviu falar do artigo e comprou o jornal. Mais tarde disse:
"Os 5 cêntimos que paguei pelo jornal permitiram-me comprar um artigo que valia mais de um milhão de dólares. Mudou a minha vida<".
Escreveu a Eustis, para lhe dizer que gostava muito de a ajudar a introduzir os cães-guia para cegos nos Estados Unidos.
Aceitando o desafio, Dorothy treinou um cão, o Buddy, e levou Frank para a Suíça para aprender a trabalhar com o cão. Ele voltou aos Estados Unidos com o que acreditava ser o primeiro cão-guia para cegos da América. No entanto, está provado, que uma organização italiana, a "Sculola Nazionale Cani Guida per Ciechi" já tinha iniciado a sua actividade em 1928.
O sucesso desta experiência encorajou Dorothy a formar as suas próprias escolas de cães-guia em Vevey na Suíça em 1928 e mais tarde nos Estados Unidos. Baptizou-as de L'Oeil qui Voit, ou "O Olho que Vê" (o nome vem do Antigo Testamento "O ouvido que ouve e o olho que vê, o Senhor os fez a ambos" Provérbios, XX, 12). Estas foram as primeiras escolas de cães-guia modernas.
Em 1930, duas mulheres britânicas, Muriel Crooke e Rosamund Bond, ouviram falar da "Olho que Vê" e contactaram Dorothy, e esta mandou um dos seus educadores ao Reino Unido. Os primeiros 4 cães-guia ingleses completaram o seu treino em 1931, e três anos depois foi fundada a "Guide Dogs for the Blind Association" (Associação de Cães-Guia para Cegos).
Desde essa altura, abriram várias escolas de cães-guia por todo o mundo, e continuam a abrir. Milhares de pessoas viram as suas vidas completamente transformadas pelos cães-guia e pelas organizações que os educam e entregam. O empenhamento das pessoas que trabalham nesta área é tão grande hoje em dia como era há anos atrás, e os olhos que vêem do legado de Dorothy continuam a trabalhar para a melhoria da mobilidade, da dignidade e da independência das pessoas cegas e com baixa visão em todo o mundo.
O movimento continua.
|
| Diário de um cão |
 |
1ª Semana:
Hoje faz uma semana que nasci! Que alegria ter chegado a este mundo!
1º Mês:
A minha mãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar!
2º Mês:
Hoje separaram-me da minha mãe. Ela estava muito inquieta e com os seus olhos disse-me adeus como que esperando que a minha nova “família humana” cuidasse bem de mim, como ela havia feito.
4º Mês:
Cresci muito rápido. Tudo chama à minha atenção. Existem crianças na casa, são como “irmãozinhos”.
5º Mês:
Hoje castigaram-me. A minha dona zangou-se porque fiz xixi dentro de casa... Mas nunca me disseram onde eu deveria fazer. E como durmo na marquise, não aguentei!
6º Mês:
Sou um cão feliz. Tenho o calor de um lar, sinto-me seguro e protegido... Creio que a minha família humana me ama muito... Quando estão a comer convidam-me também. O pátio é só para mim e eu estou sempre a fazer buracos na terra, como os meus antepassados lobos, quando escondiam comida. Nunca me educam! Seguramente porque nada faço de errado!
12º Mês:
Hoje completei um ano. Sou um cão adulto e os meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulhosos devem estar de mim!!!
13º Mês:
Como me senti mal hoje... O meu “irmãozinho” tirou-me a minha bola. Como nunca toco nos seus brinquedos, fui atrás dele e mordi-o, mas como os meus dentes estão muito fortes, magoei-o sem querer. Depois do susto, prenderam-me e quase não me posso mover para tomar um pouco de sol. Dizem que sou ingrato e que me vão deixar em observação (certamente não me vacinaram)... Não entendo o que está a acontecer.
15º Mês:
Tudo mudou... vivo preso no pátio... na corrente... Sinto-me muito só.... a minha família já não me quer... às vezes esquecem-se que tenho fome e sede e quando chove não tenho teto para me proteger.
16º Mês:
Hoje tiraram-me a corrente. Pensei que me tinham perdoado...Fiquei tão contente que dava saltos de alegria e o meu rabo não parava de abanar. Parece que vou passear com eles. Entrámos no carro e andámos um grande bocado. Quando pararam, abriram a porta e eu desci a correr, feliz, crendo que era um dia de passeio no campo. Não entendo porque fecharam a porta e se foram embora... “Esperem!!!” – Lati. Esqueceram-se de mim! Corri atrás do carro com todas as minhas forças... a angustia aumentou ao perceber que o carro se afastava e eles não paravam. Tinham-me abandonado...
17º Mês:
Procurei em vão encontrar o caminho de volta a casa. Sento-me no caminho, estou perdido e algumas pessoas de bom coração olham-me com tristeza e dão-me de comer... Eu agradeço com um olhar do fundo da minha alma. Porque não me adoptam? Eu seria leal como ninguém. Porém apenas dizem “Pobre cãozinho, deve estar perdido.”.
18º Mês:
No outro dia passei por uma escola e vi muitas crianças e jovens como os meus “irmãozinhos”. Cheguei perto deles e um grupo, aos risos, atirou-me uma chuva de pedras – para ver quem tinha melhor pontaria. Uma dessas pedras atingiu um dos meus olhos, e desde então não vejo.
19º Mês:
Parece mentira, mas quando eu estava mais bonito as pessoas compadeciam-se mais de mim... Agora que estou mais fraco, com aspecto mudado... perdi o meu olho, as pessoas tratam-me aos pontapés quando pretendo deitar-me à sombra.
20º Mês:
Quase não me posso mexer. Hoje ao atravessar a rua por onde passam os carros, um deles atropelou-me. Pelo que sei estava num lugar seguro chamado sarjeta, mas nunca me vou esquecer do olhar de satisfação do motorista ao faze-lo. Oxalá me tivesse morto... Porém só me partiu as pernas. A dor é terrível, as minhas patas traseiras não me respondem e com dificuldade arrastei-me até uma moita de ervas completamente fora da estrada. Não me posso mover, a dor é insuportável, nunca me abandona. Sinto-me muito mal, estou num lugar húmido e parece que o meu pêlo está a cair. Algumas pessoas passam e não me vêem; outras dizem “Não te aproximes”. Já estou quase inconsciente. Porém uma força estranha fez-me abrir os olhos. A doçura da sua voz fez-me reagir. “Pobre cãozinho, como te deixaram”, dizia. Junto a ela estava um senhor de roupa branca que começou a tocar-me e disse “Minha senhora, infelizmente este cão não têm remédio que o salve, o melhor é que deixe de sofrer”.
A gentil senhora consentiu com os olhos cheios de lágrimas. Como pude, mexi o rabo e olhei para ela, agradecendo por me ajudar a descansar... Senti somente a picada da injecção e dormi para sempre, pensando em porque nasci se ninguém me queria...
Voltar para o topo |
| A História do Dogue de Bordeaux |
 |
 |
Supõe-se que, como a maioria dos molossos, o Dogue de Bordeaux tenha se originado a partir dos dogues do Tibet, que foram levados para a Europa por comerciantes fenícios e muito usados entre os romanos e que se tornaram em seguida os companheiros de armas dos celtas. Foram então conhecidos sob o nome de Alan ou Allant.
Era citado como: O Alan que era branco e ouro, sem nenhuma mancha preta perto da orelha, os olhos pequenos e azuis, as narinas brancas, as orelhas eretas e agudas.
|
|
|
Ele guarda o habitante, é também bom para a caça dos ursos e dos javalis e mesmo para a caça com os cães corredores.São divididos em em três categorias: os dogues gentis, os dogues de caça e os dogues de açougue. Ao que parece os Dogues de caça são os de Bordeaux: "Os dogues de caça são talhados como os galgo de estatura feia, mas tem cabeças grandes , grandes lábios e grandes orelhas. São pesados e feios, e se eles morrem pelo feito de um javali ou urso, não é uma perda muito grande."
A raça se desenvolve então ao longo dos séculos e só no século XIX, voltamos a encontrar algo sobre a raça, que na opinião do professor Kunster , da faculdade de ciências de Bordeaux escreve dizendo que o Dogue de Bordeaux e o Touro de Burgos, são parentes próximos levando em consideração viagens efetuadas por contrabandistas que transpunham os Pirineus com estes cães de defesa.
Somente em 1863 na Exposição de Paris a raça começa a se apresentar merecendo um comentário do juiz Pierre Pichot: "Temos pouco a dizer dos cães, dos quais só a raça de Bordeaux merece uma menção particular." Vinte anos depois, uma fêmea, Batalha, volta a chamar atenção.
Mais ou menos nessa época que certos criadores introduzem sangue de mastiffs no Dogue de Bordeaux, modificando um pouco seu aspecto externo, e causando o surgimento das máscaras preta e vermelha, e resultando em três tipos: O "Bordelais", maciço, colorido, com nariz curto, cabeça enorme e baixo de estatura, o "Toulousiano", com cabeça em forma de pêra, focinho cerrado, possuindo um pouco de barbela com uma ossatura franzina e musculatura pouco desenvolvida e o "Parisiense", que se parecia com o mastiff, era esguio, de focinho longo e fino às vezes aquilino e um pouco quebrado.
Só em 1910, o professor Kunsler elaborou um projeto do que se tornaria mais tarde o padrão. Infelizmente a Primeira Guerra Mundial, passou por lá , dizimando o plantel e atrasando a emissão do padrão até 1926. À partir daí, os criadores puderam enfim fixar a raça, transmitindo aos descendentes as qualidades desejadas.
|
|
|
Um cão de combate
Uma página da história da raça do Bordeaux que dignifica o cão e humilha os homens é a que se refere a ele em combates.
A prática do combate ascende aos romanos, que para satisfazer o povo usavam cães como lutadores, prática esta que ainda era usada pelos grandes monarcas do Renascimento Por causa de sua estrutura avantajada, seu aspecto, sua bravura natural e força descomunal, o Bordeaux foi muito usado com um cão de combate, contra os seus semelhantes, outros animais e até contra os homens. Essa prática estendeu-se até fins do século XIX, começo do século XX, no Sudoeste da França.
|
|
 |
O prognatismo do dogue de Bordeaux fez dele um combatente apreciado, pois lhe permitia continuar a respirar sem relaxar a sua opressão. Nesses combates existiam regras, mas terminavam freqüentemente com a morte de um dos adversários.
As poucos os combates foram se sofisticando e se tornando mais ferozes, foi assim que foram introduzidos os ursos, que se apresentavam com focinheiras. Sua principal defesa consistia em sufocar o adversário entre as suas patas ou esmaga-los com seu peso.
Foi usado também no combate contra touros, sendo usados na tarefa de excitar os touros enfraquecidos ou desfalecidos quando das corridas. |
|
|
|
Como foi, é, e pode ser usado o Dogue de Bordeaux
|
|
 |
|
Por causa de seu porte naturalmente grande, portanto dono de um apetite bastante forte, não podia ser criado por qualquer pessoa. Assim sendo normalmente eram de propriedade de açougueiros, que os usavam para outros fins. Foi dessa maneira que serviram como cães de trela, levando as viaturas de vime dos abatedouros e carregando grandes porções de carne (quartos). Sua outra função era a guarda dos touros, isto é agrupa-los num recinto e depois cansá-los antes de serem abatidos. |
|
|
A sua disposição natural para a guarda, fez dele o ajudante nos portos na região das Guianas, contra piratas, também foi usado na defesa e castelos e propriedades, dada a sua valentia e coragem. Encontravam-se exemplares na defesa do Mont-Saint- Michel , na guerra da Sesseção pelo exército sulista, e na I Guerra Mundial como cães-maqueiros o que prova incontestavelmente sua capacidade de adestramento.
Atualmente o dogue de Bordeaux é mais utilizado como cão de guarda e companhia, uma vez que seu temperamento amoroso para com os donos e familiares é indiscutível. Extremamente apegado as pessoas da casa, só se comporta como cão de guarda quando isso é realmente necessário. Sendo importante salientar que é um cão de defesa e não de ataque. Paciente com crianças e consciente de seu tamanho, é um companheiro para todas as horas. |
|
|
|
|
|
| Declaração Universal dos Direitos dos Animais |
 |
1 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.
2 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.
3 - Nenhum animal deve ser maltratado.
4 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.
5 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.
6 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.
7 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.
8 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimescontra os animais.
9 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.
10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.
Preâmbulo:
Considerando que todo o animal possui direitos;
Considerando que o desconhecimento e o desprezo desses direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza;
Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo;
Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros;
Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante;
Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais,
Proclama-se o seguinte
Artigo 1º
Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.
Artigo 2º
1.Todo o animal tem o direito a ser respeitado.
2.O homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais
3.Todo o animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem.
Artigo 3º
1.Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a atos cruéis.
2.Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia.
Artigo 4º
1.Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir.
2.toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito.
Artigo 5º
1.Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie.
2.Toda a modificação deste ritmo ou destas condições que forem impostas pelo homem com fins mercantis é contrária a este direito.
Artigo 6º
1.Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural.
2.O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.
Artigo 7º
Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.
Artigo 8º
1.A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação.
2.As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas.
Artigo 9º
Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.
Artigo 10º
1.Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem.
2.As exibições de animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.
Artigo 11º
Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é, um crime contra a vida.
Artigo 12º
1.Todo o ato que implique a morte de grande um número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie.
2.A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.
Artigo 13º
1.O animal morto deve de ser tratado com respeito.
2.As cenas de violência de que os animais são vítimas devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal.
Artigo 14º
1.Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem estar representados a nível governamental.
2.Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.
|
| O Agility |
 |
REGRAS E REGULAMENTO DO AGILITY - A PARTIR DE 01.01.2007
O Brasil estará adotando essas regras A PARTIR DE 01.10.2006
Em vermelho as mudanças significativas.
Disposições Gerais
A Organização Cinológica Nacional (O.C.N) é convidada a promover a prática do Agility, definida pelas regras da F.C.I.
II. Regulamento da F.C.I.
Introdução
O Agility é uma competição aberta à participação de todos os cães.
A idéia é fazer com que transponham diferentes obstáculos, buscando a melhoria de sua agilidade e inteligência. É uma atividade esportiva e educativa que pretende melhorar a integração dos cães dentro da sociedade. O esporte requer bom relacionamento entre o cão e o condutor, resultando em um bom entendimento entre eles. Os competidores, portanto, devem estar familiarizados com o treinamento de obediência básica.
CATEGORIAS
Existem 03 categorias:
S ( small ) = Pequeno - para cães medindo menos 35 cm na cernelha
M ( medium) = Médio - para cães medindo de 35 cm até menos de 43 cm na cernelha.
L ( Large ) = Grande - para cães medindo de 43 cm na cernelha.
Percursos
O percurso é constituído de vários obstáculos, cujo posicionamento determina o grau de dificuldade e velocidade. O percurso deve ser completado pelo cão e seu condutor dentro do tempo pré-determinado e os obstáculos devem ser negociados na ordem correta.
Geral
- O perímetro requerido para a montagem de um percurso de Agility deve ser no mínimo de 30 x 40m. Dentro desta área um percurso de agility será construído com no mínimo 20 x 40. Quando dois percursos são utilizados, aconselha-se ter entre eles uma divisória ou uma distância de aproximadamente 10m.
- O comprimento do percurso deverá estar sempre entre 100 á 200m e dependendo da categoria requererá que o cão transponha de 15 mas não mais de 20 obstáculos, sendo obrigatório o mínimo de 15 saltos( saltos, pneu, viaduto). Em uma competição padrão, o mínimo necessário será de 15 saltos.
- O condutor tem que ter a possibilidade de passar por ambos os lados dos obstáculos.
- Os obstáculos duplos terão uma largura máxima:
Categoria Pequeno: 30 cm
Categoria Médio: 40 cm
Categoria Grande: 55 cm
- A combinação de saltos (máximo de três obstáculos contando apenas como um) deverá ter a distância máxima entre eles de 4,5 metros e máximo de 05 metros, entre eles. Cada unidade será julgada separadamente, penalizando com falta ou refugo em cada um deles.
- Os refugos obrigam a repetir o conjunto do combinado, do contrário acarretará em eliminação.
- No caso do cão não abordar o elemento B e abordar o elemento C será marcado um refugo e to cão terá que reiniciar o conjunto a partir do Obstáculo A.
- Não poderá em hipótese nenhuma fazer qualquer dos seus elementos em sentido contrário.
- Essas combinações de saltos devem constituir de saltos com barra e só podem ser utilizados uma vez durante todo o percurso.
- Tem de estar em linha reta com a trajetória ideal do cão a partir do obstáculos anterior.
- A distância entre dois obstáculos consecutivos deverá variar de no mínimo 5 metros e no máximo de 7 metros.
Desenho do percurso
O desenho do percurso que deverá apresentar pelo menos duas mudanças de direção, ficará inteiramente a critério da imaginação do juiz.
Antes do início das provas, ele inspecionará os obstáculos e após haver comprovado a conformidade, estabelecerá seu percurso e o entregará aos organizadores para a colocação dos obstáculos de acordo com o traçado definido.
O juiz controlará sua instalação e fará com que sua distância seja medida com precisão. Um percurso bem elaborado permitirá ao cão evoluir com facilidade e sem tropeços. A finalidade é encontrar um perfeito equilíbrio de controle do cão, evitando faltas nos obstáculos e a rapidez na qual o percurso é negociado.
Aconselha-se a modificar freqüentemente o traçado e a posição dos obstáculos para evitar a mecanização do cão.
Progresso da Competição
Não é permitido treinamento no percurso. Somente os condutores poderão fazer o reconhecimento do percurso sem os cães antes do início da prova.
Antes de começar a competição o juiz reunirá os competidores, explicando a natureza da competição o tempo standard do percurso o tempo máximo do percurso determinados relembrará o regulamento oficial e os critérios da pontuação.
Determinando o Tempo Standard do Percurso (T.S.P.)
A velocidade em metros/segundos escolhida para o percurso irá determinar o TSP. A velocidade escolhida irá depender do nível da competição e o grau de dificuldade do percurso. O TSP (em segundos) será determinado dividindo o comprimento do percurso pela velocidade escolhida de evolução (em m/s).
Exemplo:
Para um percurso de 150m e uma velocidade escolhida de 2,5 m/s, o TSP será de 150/2,50= 60 segundos.
Determinando o Tempo máximo do Percurso (T.M.P.)
Em geral o juiz permitirá que o TMP seja o dobro do TSP. Para um TSP de 60 segundos, o TMP será de 120 segundos. Nunca poderá ser inferior à 1,5 vezes do TSP.
Progresso da Prova
O condutor deverá se apresentar no percurso , colocando seu cão em posição (EM PÉ, SENTADO ou DEITADO) atrás da linha de saída, em seguida desatará a guia e retirará a coleira (enforcador) cujo uso não é permitido por razões de segurança; e não poderá mais tocar no cão.O condutor não deverá conservar qualquer objeto nas mãos durante a prova. O condutor poderá se posicionar em qualquer parte do percurso.
O juiz dará autorização para o inicio da prova, fazendo-o através do silvo do apito.
Se um cão passar, sem fazer o primeiro obstáculo, será penalizado com um refugo e será iniciada a cronometragem manual do mesmo.
Dará o comando de saída ao seu cão conforme a ordem do Juiz, a cronometragem começará assim que o cão cruzar a linha de saída. Uma variedade de comandos e sinais são permitidos durante a prova.
O condutor deverá assegurar-se que o cão transponha os obstáculos na ordem correta, sem tocar o cão e os obstáculos. Não é permitido ao condutor transpor os obstáculos.
O final da prova e da cronometragem terminarão assim que o cão transpor a linha de chegada.
Entende-se por linha de chegada, a distâncias entre os dois suportes da célula foto elétrica ou na falta destas, entre as duas asas laterais do salto.
O condutor colocará o enforcador e a guia e deixará o percurso.
Obstáculos
Os obstáculos aprovados pela FCI são:
Saltos - Viaduto ou muro - Mesa - Passarela - Gangorra - Rampa A - Slalom - Túnel Aberto - Túnel Fechado - Pneu - Salto em distância - .
Em nenhuma circunstância os obstáculos devem apresentar perigo ao cão e devem estar dimensionados de acordo com as seguintes medidas.
Por questões de segurança os suportes das barras tem de ser ajustáveis, não podendo ser permanente. Apenas poderá ter um por casa asa.
Saltos

Simples:
Altura - Grande: 55 à 65 cm - Médio: 35 à 45 cm. - Pequeno: 25 a 35 cm.
Largura mínima: 1,20m.
Os saltos podem ser construídos de diferentes maneiras (barras, placas maciças ou com vassouras) sendo que as barras devem ser removíveis. Barras metálicas e de plástico são desaconselháveis.
Duplos:
Dois saltos simples colocados juntos para formar o salto duplo (somente saltos com barras). As barras serão colocadas em uma ordem ascendente com uma diferença de altura de 15 à 25 cm. A barra mais alta deverá ser colocada na parte posterior.
- 55 à 65 cm para a categoria Grande
- 35 à 45 cm para a categoria Médio
- 25 à 35 cm para categoria Pequena
A largura total não deverá exceder:
- 55 cm para a categoria Grande
- 40 cm para a categoria Médio
- 30 cm para a categoria Pequena
Muro / Viaduto
Altura: Grande: 55 à 65 cm / Médio: 35 à 45 cm. / Pequeno: 25 à 35 cm.
Largura mínima: 120 cm. Espessura: 20 cm..
Consiste num painel liso com uma ou duas aberturas em forma de túnel, com módulos removíveis no alto no formato de Telhas.
Mesa

Área: 0,90 x 0,90m mínimo - 1,20 x 1,20m máximo
Altura: - Standard: 60 cm
Mini e Médio : 35 cm
A mesa deverá ser estável com uma superfície antiderrapante.
Um dispositivo eletrônico ( auditivo para sinalizar os 05 segundos) pode ser acoplado na superfície da mesa, exceto à 10 cm de largura em volta da borda da mesa.
Passarela

Altura: 1,20m mínimo - 1,35 m máximo
As pranchas deverão ter no mínimo 3,60m e no máximo 4,20m de comprimento.
Deverão ter 30 cm.
As pranchas de subida e descida deverão ter barretes antiderrapante com intervalos regulares (a cada 25 cm) para evitar escorregões e facilitar o acesso, não deverá ser colocado a menos de 10 cm do começo das zonas de contato.Esses barretes deverão ter 20 mm de largura e entre 05 a 10 mm de espessuras e não poderão ter qualquer ponta cortante. As partes inferiores e laterais deverão ser pintadas com cor diferente a uma distância de 90 cm em relação ao solo, indicando assim as zonas de contato.
Gangorra

O comprimento da prancha deverá ser de no mínimo 3,65 m e no máximo de 4,25 m.
A largura mínima de 30 cm.
Altura do eixo central em relação ao solo: 1/6 da extensão da prancha.
Exemplos: C: 3,65 m = A: 60 cm.
C: 4,25 m = A: 70 cm.
Zonas de Contato: idênticas a Passarela.
Esse obstáculo deve ser estável e a prancha antiderrapante, porem sem barretes.
A gangorra deverá ser ajustada propriamente para o balanço ( não deverá cair muito rápido ou muito devagar). E permitir que os cães façam o balanço sem problemas.
Verificação: A Gangorra deverá descer entre 02 a 03 segundos quando um peso de 01 kilo é colocado entre o meio e o final da prancha. Se isso não acontecer serão necessários ajustes.
Rampa A

Duas rampas que formam um "A".
Largura de 90 cm mínimo no topo, aumentando a base para 1,15m .
A altura deverá ser:
GRANDES, MÉDIOS e PEQUENOS: a rampa deverá ser aberta com 1,70 m, com um angulo de 101,5º
Cada rampa deverá ter barretes antiderrapantes, com intervalos regulares (a cada 25 cm) para evitar escorregões e facilitar a acessão. Os barretes não deverão ser colocados a menos de 10 cm das zonas de contato. Esses barretes deverão ter 20 mm de largura e entre 05 a 10 mm de espessuras e não poderão ter qualquer ponta cortante
As partes inferiores e laterais deverão ser pintadas com cores diferentes em uma extensão de 1,06 m em relação ao solo, indicando assim as zonas de contato.
O topo da rampa não deverá apresentar nenhum perigo ao cão, se necessário poderá ser colocado uma proteção de borracha.
Slalom
Números de estacas: 12 com uma altura mínima de 1 m a 1.20 m.
As estacas são rígidas e devem ter um diâmetro de 3 a 5 cm.
As estacas deverão ter um intervalo de no mínimo 60 cm distância.
Túnel Aberto
Diâmetro: 60 cm. Comprimento: de 03 à 6,0 m.
Flexível que permitirá formar uma ou mais curvas.
Túnel Fechado
Deverá ter uma entrada em arco rígido com 90 cm de extensão. Altura de 60 cm. Largura 60 à 65 cm.
Na saída um tecido de 2,5 à 3,5 m de extensão. Diâmetro: 60 à 65 cm.
Se na saída o pano pode ser fixado no chão, não deverá ultrapassar mais de 50 cm, para permitir que os cães GRANDES saiam com sucesso.
O contorno da entrada tem de estar coberta para não oferecer qualquer risco para o animal.
Pneu
Diâmetro da abertura: 38 cm mínimo, 60 cm máximo.
Centro da abertura em relação ao solo:
GRANDES : 80 cm MÉDIOS E PEQUENOS: 55 cm.
A parte inferior interna do pneu deverá ser protegida por razões de segurança. A altura do pneu será ajustável mediante um sistema de correntes ou cabos. Os pneus fixos nas armações não serão permitidos.
A base do pneu deverá ter no mínimo 02 metros de comprimento ( 01 metro de cada lado do obstáculo )
Salto em Distância
Formado por 2 à 5 elementos.
Categoria GRANDE: 1,20 à 1,50 ( 4 à 5 unidades)
Categoria MÉDIO: 70 à 90 cm ( 3 a 4 unidades )
Categoria PEQUENA: 40 à 50 cm ( 02 unidades )
Comprimento do salto: 1,20 m
Altura do elemento mais alto: 28 cm.
Altura do elemento mais baixo: 15 cm.
Largura de cada elemento: 15 cm ligeiramente inclinado.
Os quatro cantos deverão ser sinalizados por estacas de aproximadamente 1,20 m de altura( não fixados ao obstáculo) e com proteção na parte superior para proteger o cão ou condutor se for necessário.
Largada / Chegada
As linhas de Saída e Chegada deverão ser colocadas no máximo à 01 m do primeiro e último obstáculo.
Além disso deverão ter 50 cm entre a esquerda e direita do obstáculo.
Deverá haver um espaço suficiente ( no mínimo 06 metros) para o cão iniciar e terminar o percurso.
JULGAMENTO
Todas as decisões do juiz são inapeláveis
Generalidades
O objetivo é fazer com que o cão ultrapasse o conjunto de obstáculos na ordem indicada, sem cometer faltas, dentro do TSP.
Entretanto o TSP é somente um índice de referência, em nenhum caso a velocidade deve ser considerada como principal critério. Agility não é uma prova de velocidade, e sim de habilidade.
Em caso de empate, o cão com menos faltas no percurso deverá ser favorecido. O tempo somente será levado em consideração quando o total de faltas são idênticos.
Se por casualidade dois cães estiverem empatados nas faltas e no tempo, o Juiz poderá pedir um percurso suplementar para desempatar os competidores.
Penalidades
Serão aplicadas dois tipos de penalidades:
- Penalidades por faltas no percurso
- Penalidades por ultrapassagem do TSP
Penalidades
Ultrapassando o TSP = 1 ponto por segundo ultrapassado
Faltas de ordem geral:
- O condutor não deverá passar entre as estacas de largada e chegada. Caso o faça será penalizado em 05 pontos, além disso a cronometragem será acionada no momento de sua passagem pela linha de saída.
- O Slalolm deve ser realizado completamente antes de abordar o próximo obstáculo.
- Cão e condutor não serão penalizados com falta quando tocarem ou derrubarem os postes de marcação do salto em distância, mesmo que este ao cair derrube um ou mais elementos.
Exceção para o caso do refugo em que ao derrubar o poste e este derrubar um ou mais elementos, neste caso será destruição do obstáculo e acarretará em eliminação.
- O condutor que não obtenha vantagem ao tocar no seu cão durante o percurso, será penalizado com 01 falta.( 05 pontos ).
- O condutor que obtenha vantagem ao tocar no seu cão durante o percurso, será penalizado com a DESCLASSIFICAÇÃO. toca deliberadamente em um dos obstáculos: 05 pontos a cada vez.
- O condutor que toque um obstáculo será penalizado com uma falta ( 05 pontos ).
- O condutor que invada ou destrua um obstáculo será penalizado com a DESCLASSIFICAÇÃO.
Faltas nos Obstáculos
Todas as faltas são penalizadas em cinco pontos (05).
Quedas
Constitui uma falta cada vez que qualquer parte do obstáculo é derrubada, até que o cão passa pelo próximo obstáculo.
Refugos
Será penalizado com um refugo o cão que pare em frente de um obstáculo ou que pare no percurso.
O cão que desvia pela lateral para evitar um obstáculo, pule entre a armação e o pneu, ande sobre o obstáculo de salto em distância, colocar uma pata ou a cabeça em qualquer túnel e saía novamente.
Zonas de Contato Obrigatórias
Na Rampa A, Passarela e Gangorra, o cão deverá tocar obrigatoriamente a área de contato com uma das patas tanto na subida como na descida. Penalidade: 05 pontos cada vez.
Refugos devem ser corrigidos, do contrário resultará em eliminação.
O mesmo aplica-se para o Slalom, onde erros devem ser corrigidos imediatamente.
Outras Faltas:
Quedas de obstáculos e não tocar as zonas de contato, o cão será penalizado, mas continuará o percurso.
Faltas Específicas nos Obstáculos
Mesa
Haverá uma pausa de 05 segundos na mesa em qualquer posição que o condutor desejar ( em pé, sentado ou deitado) que pode ser mudada enquanto espera.
A contagem será iniciada assim que o cão sobe na mesa.
Se o cão abandonar a mesa antes de terminar os 05 segundos ou antes da autorização do Juiz, será penalizado em 05 pontos, e deverá retornar á mesa para REINICIO DA CONTAGEM. Caso não volte á mesa será eliminado.
O cão pode subir na mesa por três lados A, B e C. Se o cão passar pela mesa e subir pelo lado D, será penalizado com um refugo (5p), mas não será eliminado por ter feito o obstáculo pelo lado errado.
Se o cão escorrega da mesa , será penalizado em 05 pontos, e terá que voltar a mesa por qualquer lado quando a contagem reiniciará.
O cão que passar por debaixo da mesa será penalizado com um refugo (5p).
O condutor que aciona a contagem eletrônica será eliminado.
Passarela
O cão que saltar do obstáculo antes de haver tocado com as quatro patas a parte descendente será penalizado com um refugo (05 pontos).
Se o cão regressar ou parar, sem descer do obstáculo, deve ser considerada apenas a perda de tempo. Se descer do obstáculo pela entrada do mesmo será penalizado com um refugo, devendo retornar e abordá-lo corretamente
Gangorra
O cão que saltar do obstáculo antes de haver ultrapassado o eixo da gangorra será penalizado com um refugo (05 pontos). A Gangorra deverá tocar o solo antes que o cão deixe o obstáculo, senão será penalizado em 05 pontos.
Supondo-se que o cão tenha passado com as quatro patas o eixo central do obstáculo e que salte antes da prancha tocar o piso e sem tocar na zona de contato, deverá ser penalizado com duas faltas.
Rampa A
O cão que saltar do obstáculo antes de haver tocado com as quatro patas a rampa descendente, será penalizado com um refugo: 05 pontos.
Slalom
A primeira estaca deverá estar a esquerda do cão, a segunda a direita e assim por diante.
Cada entrada incorreta será penalizada com um refugo (05 pontos). Os demais erros, o cão deverá ser penalizado com uma única falta (05 pontos). Todas as faltas no Slalom deverão ser corrigidas imediatamente.
Voltar fazendo ao contrário mais de DUAS estacas resultará em eliminação.
O obstáculo deve ser completado corretamente, caso não seja e o próximo obstáculo é abordado o cão será desclassificado.
Se o cão sair em qualquer porta não completando corretamente o obstáculo, o condutor tem 03 ( Três ) alternativas:
1> Reiniciar o obstáculo.
2> Fazer o cão entrar na porta onde saiu e completar o obstáculo.
3> Entrar em uma porta anterior ao local onde saiu e completar o obstáculo, devendo o juiz ter atenção à saída do cão pela porta correta. Em caso de saida incorreta do cão o condutor poderá corrigir o cão na última porta.
Salto em Distância
O obstáculo é armado e espaçado em uma ordem ascendente para formar um salto entre 0,40 cm a 1,50 de comprimento.
Pequenos: 40 à 50 cm ( 02 unidades)
Médios: 70 à 90 cm ( 03 à 04 unidades )
Grandes: 1,20 à 1,50 ( 04 à 05 unidades )
Andar através do obstáculo, passar pelo obstáculo sem aborda-lo e saltar pelos lados não atravessando completando o salto será considerado um refugo, com penalização de 05 pontos.
Apoiando ou Derrubando um dos elementos ou colocar uma pata entre eles será penalizado com uma falta - 05 pontos.
O cão que colocar uma das patas entre os elementos do salto em distância, será penalizado com uma falta.
Contatos casuais não serão penalizados.
Terão de estar em linha reta com a trajetória ideal do cão a partir do obstáculo anterior
Combinações de dois ou três saltos
Cada elemento que compõe a combinação será julgado independente. Os refugos ou quedas se somam em cada obstáculo. Em caso de refugo em um obstáculo, o cão deverá reiniciar a totalidade da combinação. Caso contrário será eliminado.
O saltos só poderão ser posicionados em linha reta e terão de estar em linha reta com a trajetória ideal do cão a partir do obstáculo anterior.
- A combinação de saltos (máximo de três obstáculos contando apenas como um) deverá ter a distância máxima entre eles de 4,5 metros e máximo de 05 metros, entre eles. Cada unidade será julgada separadamente, penalizando com falta ou refugo em cada um deles.
- No caso do cão não abordar o elemento B e abordar o elemento C será marcado um refugo e to cão terá que reiniciar o conjunto a partir do Obstáculo A.
- Não poderá em hipótese nenhuma fazer qualquer dos seus elementos em sentido contrário.
Saltos combinados só poderão ser negociados uma vez durante o percurso.
Túnel Rígido( ABERTO )
Não poderá ser colocado abaixo da rampa A ou da passarela de forma transversal, por razões de segurança para o condutor. É permitido que seja colocado de forma longitudinal, no máximo provocando um ligeiro desvio do condutor. Se o túnel rígido for o obstáculo seguinte e o cão, em lugar de entrar no obstáculo, saltá-lo, será penalizado com um refugo e não com
eliminação.
Pneu, Muro e Viaduto
Não se considerará falta roçar o elemento durante o salto, salvo se o cão realizar "banking", ou seja, se apoiar com as patas para impulsionar o corpo.
Saltos Duplos
Trata-se de duas barras simples que devem ser ultrapassadas de um único salto. O cão será penalizado com uma falta se uma ou as duas das barras caírem.
Eliminações
- Comportamento impróprio com o Juiz.
- Brutalidade com o cão.
- Ultrapassagem do TMP.
- Três refugos no percurso.
- Ordem incorreta dos obstáculos.
- Não execução de um obstáculo.
- Abordar um obstáculo no sentido oposto.
- Condutor ultrapassar um obstáculo.
- Condutor aciona o dispositivo eletrônico da mesa ( se está sendo utilizado)
- Condutor tem um objeto na mão.
- Recolocar o cão na linha de saída depois de tê-la cruzada (exceto por ordem do Juiz).
- Cão utilizando de enforcador.
- Parar o cão no percurso (exceto por ordem do Juiz).
- O cão sujar o percurso, abandonar o percurso ou não estar mais sob controle do condutor.
- Cão ou condutor que destruam ou invadam um obstáculo.
- Cão que mordisca o condutor várias vezes.
Eliminação acarreta a desqualificação e saída imediata do condutor e seu cão. As eliminações deverão ser assinaladas claramente (apito, etc.) pelo Juiz. Todos os casos não previstos serão decididos pelo Juiz, que deverá ser consistente.
Caso de Força Maior
1) Por razões independente da vontade do condutor, como a queda de obstáculos, enrolar do tecido do túnel, etc. o Juiz poderá interromper o percurso e a cronometragem. Quando o obstáculo tiver sido reconstruído, o Juiz recomeçará a cronometragem pedirá para que o condutor continue o percurso de onde parou. Todas as penalidades dadas antes do momento da parada serão mantidas.
2) À dupla é concedida uma nova largada, sendo que as faltas ou refugos cometidos até o momento da interrupção são mantidas e a dupla pode ser eliminada ou cometer faltas por acontecimentos posteriores ao obstáculo em que se deu a interrupção, No entanto terá de realizar a prova pela ordem e corretamente os obstáculos.
As penalizações anteriores impostas serão mantidas.
Certificados / Qualificações
Nas provas de Agility são dadas as seguintes qualificações:
00 à 05,99 pontos de penalidade total > Excelente
06 à 15,99 pontos de penalidade total > Muito Bom
16 à 25,99 pontos de penalidade total > Bom
acima de 26 pontos > Sem qualificação
"Penalidade Total"
Significa todas as faltas ocorridas nos obstáculos + as faltas por exceder o TSP.
O Certificado Agility FCI será concedido aos cães que obtiveram 03 qualificações Excelentes ZERADOS ( SEM NENHUMA FALTA DE PERCURSO OU TEMPO) sob julgamento de dois juizes diferentes na competição Agility 1.
Resultados
A classificação será computada da seguinte maneira:
* Penalidade no percurso + penalidade de tempo
* Em caso de igualdade no total das penalidades, será classificado em primeiro o cão que tiver o menor número de faltas no percurso.
* Em caso de igualdade da penalidade total e penalidade de percurso, o cão mais rápido será colocado em primeiro.
exemplo: TSP: 60 segundos:
Número |
Faltas de Percurso |
Tempo de Percurso |
Faltas de tempo |
Total de Faltas |
Colocação |
07 |
05 |
58,71 |
0,00 |
5,00 |
03 |
12 |
00 |
65,00 |
5,00 |
5,00 |
01 |
18 |
05 |
57,25 |
0,00 |
5,00 |
02 |
04 |
00 |
68,32 |
8,32 |
8,32 |
04 |
15 |
10 |
59,17 |
0,00 |
10,00 |
06 |
02 |
05 |
65,00 |
5,00 |
10,00 |
05 |
Organizando uma Competição
Clubes querendo organizar uma competição de Agility deverão ter:
- Área de 20 x 40 m, no mínimo. A superfície não poderá apresentar perigo para os cães e condutores (sem vidros quebrados, pregos, etc.).
- Um Juiz aprovado pelo seu próprio Kenel Clube e da FCI devidamente qualificado ou estagiário.
- Provisionar um número suficiente de atendentes necessários para que a competição tenha um desenrolar tranqüilo como segue:
01 Auxiliar para anotar as faltas sinalizadas pelo Juiz, para que ele não precise tirar os olhos do cão.
02 Cronometristas responsáveis pela cronometragem do cão (01 oficial - 01 stand by).
02 ajudantes de equipamentos encarregados de remontar os obstáculos e arrumar o tecido do túnel.
02 Secretários no mínimo encarregados dos resultados e preenchimento da carteira de resultados e resultados das colocações.
01 auxiliar para pré-pista para mostrar ao competidores a entrada e saída do percurso.
Ter um time de seis pessoas disponíveis para construir o percurso de acordo com a instrução do Juiz.
Idoneidade para inscrição na competição
- Provas de Agility oficiais reconhecidas pela F.C.I.
Com atribuição de certificado de Agility F.C.I., elas também dão a chance de classificar para as competições nacionais e para o campeonato Mundial de Agility da F.C.I. Todas as raças acima de 18 meses de idade e com pedigree reconhecido pela F.C.I..
Os competidores deverão possuir o livro de resultados reconhecido pela FEDERAÇÃO na qual os resultados das competições serão marcados.
- Provas de Agility não-oficiais
Todos os cães acima de 18 meses com ou sem pedigree, entretanto deverão ser tatuados e sócios de um clube pertencente à Federação, afiliado à F.C.I.
- Não serão aceitos para competição
Cadelas em gestação, cadelas no cio, cães aparentemente doentes ou machucados.
Cães vindo ou indo para uma região infectada com raiva deverão ter carteira de vacinação atualizada.
Os condutores devem pertencer à uma entidade filiada à FEDERAÇÃO / F.C.I. e ser competidores em seu próprio país.
Todos os competidores deverão estar adequadamente vestidos.
Condutores ásperos serão punidos com eliminação, independentes de qualquer reclamação ou alegação que possa ser apresentada.
O clube organizador tem o direito de recusar qualquer inscrição.
Provas, Categorias e Classes
Dois tipos de provas são organizadas:
1. Provas de Agility oficial reconhecida pela F.C.I.
1. Provas de Agility não oficiais
Categorias
Existem TRÊS categorias:
1. Categoria GRANDE
2. Categoria Médio
3. Categoria Pequena.
Nota:
Cães só podem competir em uma categoria. É recomendado que as alturas dos cães competindo nas Categorias Pequenas e Médios sejam registradas na carteira de resultados. Um juiz de beleza aprovado pela FCI ou um juiz de agility pode medir os cães.
Provas de Agility reconhecidas pela F.C.I.
Aberta somente aos cães com pedigree, reconhecido pela F.C.I., acima de 18 meses de idade e em posse do livro de resultado ou licença emitida por sua FEDERAÇÃO.
Existem 02 classes oficiais:
Agility - incluindo os obstáculos de zona de contato e a mesa.
Jumping - excluindo os obstáculos de zona de contato e a mesa, a menos que essa seja utilizada no inicio da competição e não é considerada como um obstáculo.
Estas provas estão divididas em três níveis:
- Agility / Jumping 1- aberta apenas aos cães que não obtiveram o certificado de Agility.
- Agility / Jumping 2 - aberta apenas aos cães que já obtiveram o certificado de Agility.
- Agility / Jumping 3 -aberta apenas aos cães três vezes colocado ZERADOS entre os três melhores cães nas provas de Agility2
- Rebaixamentos é permitido, de acordo com as regulamentações de cada Confederação.
Quando construindo o percurso, o Juiz deverá usar sua iniciativa própria e os obstáculos aprovados pela F.C.I.
Notas
Um percurso de Agility 1 terá o máximo de três obstáculos de zona de contato e não poderá conter salto combinado e o salto duplo.
O máximo de quatro obstáculos de zona de contato serão utilizados no percurso do Agility 2 e Agility 03 ( a discrição do juiz )
O slalom e saltos combinados só poderão ser negociado uma vez na prova.
Obstáculos com zona de contato não poderão estar posicionados em primeiro ou último lugar no percurso.
O pneu e o salto em distância deverão sempre estar posicionados em linha reta em relação a trajetória ideal do cão ao obstáculo anterior.
O primeiro obstáculo tem de ser salto simples de barra, nunca fazendo parte do combinado.
O último salto deverá ser salto simples ou duplo de barra, nunca fazendo parte do combinado.
A diferença entre Agility 1, Agility 2 e Agility 3 deverá ser:
- a extensão do percurso e o seu grau de dificuldade
- a velocidade escolhida para determinar o T.S.P.
REGRAS
Tudo o que foi mencionado acima aplica-se para as categorias P, M e G, exceto que os obstáculos devem ir ao encontro das especificações definidas para o Pequenos e Médios-.
Os resultados das provas oficiais serão registrados nas carteiras de resultados que permitirão a participação nos campeonatos nacionais e até nos campeonatos mundiais.
Provas Não-Oficiais
Deixadas a critério de cada país, devem estar conforme aos ideais do Agility e garantir a segurança dos cães e seus condutores.
Em sua palestra o Juiz deverá explicar as regras antes do início da competição.
A categoria Standard pode ser aplicada ou pode variar de acordo com a competição que estiver sendo organizada.
O número de provas não-oficiais é determinada pelo clube organizador e dependerá do número de inscrições e do tempo disponível.
F.C.I. AGILITY - CAMPEONATO MUNDIAL
Organização
O campeonato Mundial de Agility é organizado anualmente. O vencedor será chamado de Campeão Mundial de Agility. Qualquer FEDERAÇÃO que queira organizar o campeonato Mundial de Agility deve se inscrever com dois anos de antecedência. As inscrições devem ser enviadas ao Presidente da Comissão de Agility da F.C.I. e deverá incluir os seguintes itens:
- Nome da FEDERAÇÃO
- Data planejada e local
- Nome e endereço da pessoa organizadora da competição
- Descrição da área e instalações destinadas ao evento , bem como, equipamentos disponíveis, que devem estar de acordo com as especificações de um Campeonato Mundial de Agility.
O Campeonato Mundial de Agility é um evento no qual os melhores condutores, membros da F.C.I. participam. O país organizador deverá dar a esse evento o prestígio de um Campeonato Mundial. O dono da casa fornecerá todo equipamento necessário. É responsável pela recepção de todos os competidores convidados. Visando criar todo o clima comum a um Campeonato, um orador deverá falar sobre o evento.
A mídia (imprensa, rádio, TV. etc.) deve ser contratada, assegurando uma divulgação adequada para atrair um grande numero de espectadores, promovendo o Agility e cães com pedigree.
A FEDERAÇÃO organizadora é a única responsável perante a FCI pelo bom andamento das provas e deverá tomar todas as medidas necessárias para que o evento corra na mais perfeita ordem.
Pelo menos 06 meses antes do evento, a FEDERAÇÃO organizadora deverá convidar outras organizações para a competição, que precisarão estar cientes da data máxima para as inscrições, do número máximo de inscrições e das exigências quanto aos uniformes das equipes participantes para melhor identificação das equipes.
A comissão de Agility da F.C.I. nomeará um representante que assegurará que todas as especificações exigidas para um Campeonato Mundial sejam seguidas e respeitadas e que as regras do Agility da FCI definidas sejam aplicadas. Ele atuará como um representante da Comissão de Agility da FCI e a FEDERAÇÃO organizadora deverá entregar um programa dos eventos planejados.
Provas
As provas serão julgadas de acordo com as regras e regulamento da FCI.
Devem ocupar uma área de 30 x 40 m, com dois juizes (um deles sendo do país organizador).
O Campeonato Mundial de Agility consiste de:
a) 02 Provas individuais
- 1 Percurso de Agility abrangendo zonas de contato e se a mesa for utilizada deverá ter um dispositivo eletrônico para a contagem .
- 1 Percurso de Jumping, sem qualquer obstáculo com zonas de contato e nem a mesa, a menos que esse último esteja localizado na saída, nesse caso não será considerado um obstáculo.
O percurso compreenderá os obstáculos aprovados. Os dois resultados somados determinarão o vencedor, ele será considerado como Campeão Mundial de Agility. Em caso de empate (para o primeiro lugar apenas) o Juiz determinará um terceiro percurso.
b) 02 Provas de times
- 1 Percurso de Agility abrangendo zonas de contato e se a mesa for utilizada deverá ter um dispositivo eletrônico para a contagem .
- 1 Percurso de Jumping, sem qualquer obstáculo com zonas de contato e nem a mesa, a menos que esse último esteja localizado na saída, nesse caso não será considerado um obstáculo.
Cada país participante poderá inscrever somente 01 time, constituído de 03 cães no máximo por categoria (o cão somente poderá participar de uma única equipe).
O percurso deverá ser montado com os obstáculos aprovados.
O resultado dos 02 melhores cães dos times é somado nos dois percursos e levado em consideração para determinar o vencedor que será chamado de: Campeão Mundial de Agility por Times.
CÃO TESTE ( CÃO BRANCO )
Antes do inicio da competição e após determinado o TSP, um "cão de teste"- que não faz parte da competição, terá que percorrer o percurso. Isso deverá ocorrer para todas as categorias.
Aplicações
Para o campeonato Mundial de Agility cada Federação afiliada à FCI ( ou aqueles com boa relacionamento ) poderá selecionar e inscrever :
- Provas Individuais: 09 cães, GRANDES, MÉDIOS E PEQUENOS.
- Provas por Times: 01 time formado por 03 cães (máximo) por categoria
Nota
Os vencedores das provas individuais (G, M E P ) do último campeonato mundial realizado serão automaticamente selecionados para participarem afim de colocarem seus títulos em jogo. Esses cães simplesmente se somarão ao número de cães autorizados à competirem por seus países.
Afim de se qualificarem, os cães deverão ter o pedigree reconhecido pela FCI e obtido EXCELENTE ou MUITO BOM 02 em uma prova oficial do AGILITY 02 ou uma prova não oficial do AGILITY 03. Outros critérios de seleção podem ser considerados pela FEDERAÇÃO.
As FEDERAÇÕES deverão enviar formulários de inscrição, os quais tem de estar previamente assinados por elas para o comitê organizador antes do encerramento do prazo, eles também nomearão um capitão do time, que será o único responsável perante o comitê organizador.
OBTSÁCULOS A SEREM UTILIZADOS
02 jogos completos, ambos aprovados e consistindo de:
10 saltos com varas ( 01 vassoura, um salto com painel cheio, e um salto tipo portão é permitido) 01 pneu, 01 viaduto ou parede, 01 passarela, 01 Rampa A, 01 Gangorra, 01 Slalom, 01 mesa com dispositivo eletrônico, 01 salto em distância, 01 túnel aberto e 01 túnel fechado.
Controle Veterinário
Todos os cães serão submetidos a um controle veterinário antes do início das competições e o certificado de vacinação contra raiva será checado. Cães vindo ou indo à regiões infectadas com raiva, terão que ter a vacina válida.
Cadelas gestantes ou cães aparentemente doentes não poderão participar.
Cadelas no cio somente poderão competir, prevalecendo que sejam mantidas afastados e que participem por último.
Caderneta de Resultados
Cada cão deverá possuir uma caderneta de resultados, que será entregue ao comitê organizador antes do início das competições.
Juizes
A comissão de Agility da FCI nomeará 02 juizes qualificados, um deles vindo de um país diferente. Se necessário o comitê organizador providenciará um intérprete para o juiz estrangeiro.
Não é permitido ao juiz julgar qualquer membro imediato de sua família, como esposa(marido) companheiro(a) pai, mãe, filha, filho, ou qualquer outro residente no mesmo lar.
As despesas dos juizes estão definidas nas especificações do Campeonato Mundial de Agility.
Premiação
Em consideração ao Agility Internacional, é recomendado que cada país participante contribua com o sucesso do Campeonato Mundial de Agility, colocando prêmios especiais ou extras à disposição do comitê organizador.
O comitê organizador concorda em acatar e obedecer estas regras e agir de conformidade com as especificações descritas, além das tarefas de organizar os eventos e do equipamento necessário para tal.
|
| Meu Cão na Exposição |
 |
Muita
gente se pergunta para que, participar de exposições
caninas.
Isso é só frescura! E o pior é que esse
conceito se estende ao pedigree. A grande maioria das pessoas
ainda acha que o pedigree serve, apenas, para encarecer o
filhote.
Então porque as pessoas procuram os "legítimos"?
Porque essas mesmas pessoas escolhem
uma determinada raça?
Se o pedigree não é importante porque
não comprar um vira-latas?
Bem!
Vamos definir, primeiro, o que é raça
pura.
Um
cão de raça pura é o produto do
acasalamento entre dois cães de mesma raça
reconhecida pela FCI (Fédération Cynologique
Internationale). O órgão representante
da FCI, no Brasil é a CBKC (Confederação
Brasileira de Cinofilia).
Agora
vamos definir mestiço.
Um cão mestiço
é o produto do acasalamento entre dois cães
de raças diferentes. Daí, por diante,
qualquer acasalamento de um cão de raça
pura com um mestiço é, automaticamente,
um mestiço.
Por
último, vamos definir o que é vira-latas.
Um Vira-latas é o produto do acasalamento
entre dois mestiços cujo resultado torna impossível
definir qual ou quais as raças que o originaram...
Alguns autores, ainda, definem o mestiço cujas
raças de origem são impossíveis
de definir como SRD (Sem Raça Definida).
O pedigree nada mais é do que um Certificado
de Registro de Origem. Tem a mesma função
de um Certificado de Garantia na compra de um Eletrodoméstico.
Esse documento garante a procedência do exemplar
que está sendo adquirido. Se lido convenientemente,
revela ao comprador se o vendedor é um criador
eventual, se ele "apenas" possui uma fêmea
que cruzou com o macho da esquina ou se ele escolhe
suas matrizes e procura um bom padreador para consumar
o acasalamento afim de obter uma ninhada com possibilidades
futuras.
É
aí que entram as Exposições
Caninas de Estrutura e Beleza.
Uma exposição
canina é instituída para qualificar, classificar
e selecionar exemplares que tenham potencial para aprimorar
a criação de cães.
É
claro que os proprietários dos cães vencedores
festejam efusivamente as vitórias, mas somente
um vence.
A
qualificação será sempre mais importante
do que a classificação. A classificação
é estabelecida por comparação entre
os cães presentes. A qualificação
independe do número de exemplares inscritos ou
presentes. O árbitro qualifica cada exemplar
de acordo com suas virtudes e suas faltas. Já
nos aconteceu numa exposição, que, numa
raça, o exemplar classificado como Melhor
da Raça recebeu uma qualificação
apenas Suficiente e, noutra raça, outro
cão classificou-se em Terceiro lugar com
uma qualificação Excelente. Os
três primeiros colocados receberam uma qualificação
Excelente.
O critério de avaliação deve
obedecer aos objetivos da criação, portanto,
o árbitro está em contato constante com
os criadores para tomar ciência dos problemas
que cada raça apresenta. Quando um árbitro
observa a incidência freqüente de determinado
defeito, creditado como hereditário, atribui
um valor maior aos exemplares isentos dele.
Como
funciona uma Exposição de Estrutura e
Beleza
Existem
três tipos de exposição de Estrutura
e Beleza:
Exposição
Geral de Todas as Raças: é um evento
de âmbito geral do qual participam todas as raças
que, depois, são comparadas entre si para avaliar
o nível geral da criação de cães.
Dividem-se em:
Exposição Nacional julgada por
um Árbitro de grupo ou de todas as raças
onde os cães participam de Campeonato Nacional.
Exposição Pan Americana - julgada
por um Árbitro de grupo ou de todas as raças
onde os cães participam de Campeonato Pan Americano.
Exposição Internacional - julgada
por um Árbitro de grupo ou de todas as raças
onde os cães participam de Campeonato Internacional.
Exposição
Especializada de uma Raça é uma mostra
na qual só participam exemplares da mesma raça
e têm o objetivo de esmiuçar as qualidades
e faltas particulares da raça analisada. Julgada
por um Árbitro especializado, normalmente, criador
da raça.
Match de raça é um evento de âmbito regional,
julgada por um criador da raça que promove o
evento com o objetivo de formar futuros Árbitros
de Exposições.
Julgamento
das raças na primeira etapa da Exposição
as raças são separadas por Grupos e cada raça de cada grupo é examinada
separadamente, obedecendo ao seguinte ritual:
a) Julgamento das classes as classes são
separadas por sexo, idade e título. Primeiro
são julgadas as fêmeas e depois os machos.
Tanto as fêmeas quanto os machos são divididos
em classes.
Na classe filhote são avaliados e classificados
os cães com idade entre quatro e seis meses.
Na classe Novíssimos seis meses e um dia
e os doze meses.
Na classe Juniores são avaliados e classificados
os cães com idade entre os doze meses e um dia
e os vinte e quatro meses.
Na classe seniores são julgados os cães
na faixa etária de mais de vinte e quatro meses
que ainda não tenham títulos, para disputar
o título de Campeão.
Depois vem a classe campeonato onde são
julgados os exemplares que já tenham obtido o
título de campeão, para disputar o Grande
Campeonato.
Na Classe Grande Campeonato só participam
os Grande Campeões.
b) Julgamento do Melhor da Raça uma vez
selecionados os melhores das classes a etapa seguinte
é o julgamento do Melhor Macho entre os
vencedores e da Melhor Fêmea entre as vencedoras.
O julgamento da raça termina com o julgamento
do Melhor da Raça e o Reserva da Raça entre o macho vencedor e a fêmea vencedora. No
julgamento do Reserva da raça entram, também
os Reservas Macho e os Reserva Fêmea conforme
o caso. Se o macho ganhar entra o Reserva Macho para
disputar com a Melhor Fêmea o Reserva da Raça
e vice versa.
Os grupos são separados em 10, segundo o critério
da FCI:
Grupo
1 - Cães Pastores e Boiadeiros (Exceto
os Suíços)
Grupo
2 - Pinscher, Schnauzer, Molossos e Boiadeiros
Suíços.
Grupo
3 - Terrieres.
Grupo
4 - Dachshunds.
Grupo
5 - Cães Spitz e Tipo Primitivo.
Grupo
6 - Sabujos e Cães de Pista de Sangue.
Grupo
7 - Cães de Aponte.
Grupo
8 - Cães Recolhedores, Levantadores e
d'Água.
Grupo
9 - Cães de Companhia.
Grupo
10 Lebréis ou galgos.
Os vencedores
de raça, agora vão disputar os melhores
dos grupos, assim, um a um entram novamente em pista
os vencedores das raças pertencentes ao primeiro
grupo. Entre esses cães, são eleitos os
quatro melhores do grupo 1. Em seguida entram os vencedores
do grupo 2 e, com o mesmo procedimento, são selecionados
os quatro melhores do grupo 2 e assim por diante até
o grupo 10.
Julgamento
do Final da Exposição
Os vencedores de grupo, disputarão agora o título
de Melhor da Exposição, assim,
um a um entram novamente em pista os vencedores dos
grupos. Desses cães são selecionados os
quatro Melhores da Exposição começando
pelo Melhor da Exposição (Best-in-Show).
Após entrar o reserva do vencedor o Árbitro
o examina e, em seguida, seleciona o Segundo Melhor
da Exposição. Com o mesmo procedimento
é selecionado o terceiro colocado e assim por
diante.
O
Que se Julga Num Cão
As características específicas de cada
raça são descritas por um texto que recebe
a denominação de Padrão da Raça.
Os padrões oficiais das raças são
elaborados pelas sociedades de criadores. Numa Exposição,
o Árbitro julga os exemplares segundo um roteiro
de quesitos, de acordo com esses padrões de raça.
Faltas
Desqualificantes - neste quesito, o árbitro
deverá verificar se o exemplar é, ou não,
portador de faltas desqualificatórias comuns
a todas as raças, tais como: cegueira, surdez,
mutilações ou qualquer tipo de invalidez;
atipicidade; machos que não apresentem um ou
os dois testículos perfeitamente perceptíveis
na bolsa escrotal; faltas desqualificantes textualmente
descritas pelo padrão específico de cada
raça, tais como: faltas
dentárias, mordedura
incorreta, altura, temperamento
agressivo etc. e, finalmente, a utilização
de artifícios químicos, físicos
ou cirúrgicos com a intenção de alterar a aparência
natural, em favor das características rácicas
exigidas pelo padrão.
Caráter
e Temperamento - sendo o temperamento parte da bagagem
genética, tem um peso acentuado na avaliação
das outras qualidades. Embora não se possa fazer
testes de temperamento, durante uma exposição,
exceto para o grupo terrier, que tem seu teste específico,
um árbitro experimentado é competente
o suficiente para avaliá-lo. Durante o exame
preliminar, o árbitro julga as qualidades da
estrutura mental do exemplar, através da observação
do seu comportamento.
|
Exame em STAY (Parado)
|
Aparência
Geral - verificação das características
de porte, tipo e da harmonia do conjunto:
- proporções entre a altura, a largura
e o comprimento; entre a cabeça e o tronco;
- o comprimento da pelagem, a textura, pigmentação,
cor e marcações;
- estado do pêlo, presença ou ausência
de subpêlo;
- substância: relação ossatura e
musculatura.
Cabeça - exame das características gerais de masculinidade
e feminilidade;
- da proporção crânio-focinho; da
inserção e do porte das orelhas;
- da inserção, forma, cor e expressão
dos olhos;
- do stop, focinho e trufa;
- da boca: os maxilares, lábios, dentadura e
mordedura, a coloração da mucosa e gengiva.
Linha
Superior - visto de perfil, é feita a análise
da linha de contorno que vai desde a nuca, passando
pela crista da face dorsal do pescoço, cernelha,
ápice dos processos espinhosos, ao longo da cadeia
de vértebras dorsais e lombares até a
garupa, na inserção da cauda.
Neste quesito são examinados, ainda, a forma
pela qual o pescoço está engastado no
tronco; a posição da cernelha; resistência
e elasticidade do dorso e do lombo; a posição,
angulação e comprimento da garupa.
Linha
Inferior também visto de perfil, é
feita análise da linha de contorno que vai da
ponta do esterno (manúbrio), passando ao longo
do esterno e do ventre, até a linha anterior
do contorno da coxa.
Aqui, são observados, ainda,
- o desenvolvimento do peito, de perfil, e do antepeito,
de frente;
- forma e curvatura do arco descrito pelas costelas
(visto pela frente ou por trás), conseqüentemente,
o volume torácico e o grau de esgalgamento do
abdome (com ou sem cinturinha).
Membros
Anteriores - que incluem o ombro, o braço
(úmero), o antebraço (rádio e ulna
ou cúbito), a munheca (carpos e metacarpos) e
o pé.
O árbitro examina a substância;
- angulações escapuloumerais;
- paralelismo dos aprumos, inclinação
ou verticalidade e direcionamento dos metacarpos, formato
e compacidade das patas;
- espessura, cor e resistência das almofadas plantares,
dureza e aspereza da sola.
Membros
Posteriores - que compreendem a garupa (coxal),
coxa (fêmur), perna (tíbia e fíbula
ou perônio), jarrete (tarsos e metatarsos) e as
patas.
O exame é semelhante ao dos anteriores: o árbitro
confere com as características da raça,
- o comprimento, largura e a inclinação
da garupa;
- as angulações das coxas com a garupa,
das coxas com as pernas, o prumo dos jarretes e, conforme
o item anterior, as patas.
Cauda - é examinada em item separado, dada a sua importância
no conjunto de características de cada raça:
- a posição da inserção
na garupa;
- espessura e comprimento, incluídas as caudectomizadas;
- forma; porte e pelagem.
Ida e Volta
Visto
pela frente e/ou por trás
- observação do grau de alinhamento, proximidade
ou afastamento, entre os membros do lado esquerdo em
relação aos do lado direito (single
tracking ou em paralelo);
- o comportamento dos cotovelos;
- a direção, aprumo e firmeza dos metacarpos,
durante uma passada e a
- direção, aprumo e firmeza dos jarretes,
no instante da pisada.
O segredo de um bom julgamento é a análise
do exemplar durante a movimentação. É,
quando o apresentador não tem como tocar seu
cão, portanto não pode ajeitá-lo.
Visto
de perfil - o árbitro, no centro da pista,
pede que o condutor movimente o exemplar a trote lento,
em círculo, para observar:
- a postura, o comportamento e o preparo físico
do exemplar;
- o comportamento (firmeza ou oscilação)
da linha superior (pescoço, dorso, lombo e garupa);
- a fluência e desenvoltura na movimentação,
alcance das passadas dos membros anteriores, rendimento
da propulsão dos posteriores e a cobertura de
solo.
É o momento em que a rigidez/flacidez de seu
dorso se evidencia.
O comprimento da passada de cada exemplar pode ser comparada
com o comprimento da passada dos outros exemplares etc.
É, também, quando alguns apresentadores
confundem a análise comparativa da movimentação
com competição de velocidade e tentam
correr mais, às vezes um exemplar com boa amplitude
de passada fica prejudicado porque, para correr, precisou
aumentar a freqüência das passadas e, como
conseqüência, reduzir o tamanho do passo.
|
Exposição
no Kennel Clube do Estado de Pernambuco o
mais completo do Brasil
|
A
Preparação do Cão Para a Exposição
Sabendo o que se pede, é relativamente fácil
preparar seu cão para ser exibido numa exposição.

Atenção - nenhum cão poderá
apresentar-se em Exposições de Estrutura
e Beleza com coleiras de grampo (espinhos). O cão
será desclassificado.
Exame preliminar - qualquer que seja a raça,
o cão deverá estar treinado para se deixar
tocar de tal maneira que o Árbitro possa sentir
sua estrutura, verificar a dentadura e, no caso dos
machos, os testículos.
Exame em stay (parado) o cão deve estar treinado
para permanecer imóvel, em posição
anatômica, durante, pelo menos, três minutos
para permitir a observação do árbitro.
Exame em movimento o cão deve movimentar-se a
trote, em linha reta, na direção que o
árbitro orientar sem demonstrar ansiedade, agressividade
ou nervosismo.
Exame em conjunto com outros cães da mesma forma
o cão deverá se apresentar sociável
sem aceitar provocações de outros cães
e, principalmente, sem provocar.
Cães de pêlo curto (bóxer, doberman,
mastife, pinscher etc.) devem apresentar-se asseados,
dentes limpos (sem tártaro), pelagem brilhante,
unhas aparadas e isentos de cheiros desagradáveis.
Cães de pêlo médio (collie, golden
retriever, setter etc.) além dos quesitos dos
de pelo curto, devem estar escovados e com o pêlo
desengordurado. Se o padrão indicar tosa, devem
estar tosados de acordo com o descrito no padrão.
Cães de pêlo longo (lhasa apso, poodle,
maltês, bichon frisée etc.) além
dos quesitos dos de pelo curto, devem estar escovados,
com o pêlo desengordurado e tosados de acordo
com o descrito no padrão.
O
apresentador o cão poderá ser apresentado
por um handler profissional, amador ou pelo seu proprietário.
Em qualquer dos casos o apresentador deverá respeitar
o Árbitro, os organizadores do evento e seus
colegas de competição com uma atitude
esportiva qualquer que seja o resultado.
O
Árbitro é a autoridade máxima dentro
da pista de julgamento e suas decisões deverão
ser respeitadas, pois os resultados são indiscutíveis
e irrecorríveis.
Dúvidas
e Reclamações quaisquer dúvidas
ou reclamações deverão ser dirigidas
à superintendência da Exposição.
Assim,
uma Exposição Canina, ao invés
de ser considerada uma frescura, é uma oportunidade
para você escolher a raça, a pelagem, o
porte, e o temperamento do cão que irá
conviver com você na mesma casa pelos próximos
10 a 12 anos.
|
| Corrida de Trenós |
 |
Iron Dogs
Verdadeiros atletas de ferro. Assim podem ser considerados os cães que por esporte conduzem trenós por algumas das regiões mais inóspitas do mundo
|
|

No primeiro dia de março, 71 mushers (condutores de trenós) estiveram perfilados para a largada de Iditarod, considerada uma das provas de longa distância mais importante do esporte. Cada um dos trenós conta com até 16 cães, que puxaram o trenó e seu condutor por mais de oito dias, em uma trilha de 1680 quilômetros que separam o ponto de partida, Anchorage, até Nome, no Alaska.
Há muito cansaço e riscos pelo caminho, mas tudo isso vale a pena para os mushers.
"Não existe nada melhor do que estar naquela imensidão branca, naquele silêncio, com meus melhores amigos", diz a bióloga Aliy Zirkle, 33 anos, musher há dez anos. Aliy se mudou para o Alaska a trabalho e lá descobriu os trenós puxados por cães. "Na cidade onde morava, só se chega de avião, snowmobile ou trenó, que é a melhor e mais divertida forma de locomoção", conta.
O que hoje é esporte, antes era usado basicamente como meio de transporte. "Na época da Corrida do Ouro começaram a ser realizadas as primeiras corridas de trenós, sendo que as mais antigas aconteciam na região de Nome, no Alaska, e o objetivo era ver quem era o mais rápido", comenta a americana Kathy Frost, heptacampeã mundial em corridas de velocidade, praticante do esporte por mais de 20 anos e diretora da associação Mush with PRIDE.

Trenós em todo mundo
O esporte se difundiu quando os habitantes do Alaska voltaram para casa, nos demais estados americanos e até outros países, e levaram os cães e o esporte com eles. "Hoje há praticantes em mais de 25 países, sendo que os melhores vêm dos Estados Unidos, Canadá, Suécia, Noruega, Alemanha e Itália", comenta Kathy. A fórmula do sucesso, garante ela, está nos cães. "Pelo esforço que fazem, inspiram muitos cuidados, como nutrição de alta qualidade, supervisão veterinária constante, socialização e treinamento consistente", enumera.
"Em corridas de curta distância, os trenós chegam a mais de 30 km/h, nas de longa distância, onde resistência é muito importante, os trenós começam a 20 km/h e terminam a 12 km/h. Além do cansaço, durante os percursos se você perder um cão, não é possível trocá-lo por outro", explica Aliy. Em uma corrida como Iditarod, ninguém chega no final com todos os cães com os quais partiu e é comum acontecer de trenós chegarem com menos da metade dos cães que largaram.
Nascidos para puxar
Segundo Aliy Zirkle, cães de trenó não se formam, eles nascem para puxar trenós. "Algumas raças ou cães podem até aprender a puxar trenós, mas cães como o Alaskan Huzky fazem isso por instinto e gostam, afinal eles vêm sendo criados há muito tempo para fazer isso. Quando os filhotes têm oito semanas, se os colocarmos em guias, eles vão tentar puxar com toda a força que têm", diz.
O treinamento começa quando os filhotes têm seis semanas de vida. "Antes disso, eu os pego desde recém nascidos para que comecem a se acostumar com meu cheiro e com isso começamos a estabelecer nossa ligação", aconselha. Aos seis meses, começam as "aventuras", quando saem para pequenas caminhadas que aumentam conforme vão crescendo. Com três meses, os filhotes já estão tão rápidos que não é mais possível acompanhar a pé e a partir dos seis meses, começam a percorrer pequenas distâncias, em matilhas de poucos animais, puxando trenós.
Durante o verão, quando não há neve o suficiente para os trenós, caminhadas e brincadeiras. Já na metade de agosto, os cães de corridas de longa distância começam a correm diariamente em grupos ao lado do snowmobile. "Para começar, três quilômetros e vai aumentando gradualmente, até chegar a 150 quilômetros na véspera de uma prova importante", comenta Aliy. Já os cães de corridas de velocidade treinam cerca de quatro vezes por semana, a intensidade dos treinos variam conforme a corrida que têm pela frente, mas para se manter em forma eles correm por cerca de 30 minutos por treino. "Para esses cães, uns 20 quilômetros por treino é uma boa distância às vésperas das provas", diz Kathy. Os cães devem também ser treinados em diferentes condições climáticas e também em relevos diferentes, para que aprendam a trabalhar em qualquer tempo e terreno.

Sigam o líder!
Em um trenó, cada posição tem uma função. Os dois cães que vão na frente são chamados líderes e indicam a direção do trenó na trilha, sempre trocando informações com o musher. "Os líderes são importantes pois eles devem ser capazes de seguir a trilha mesmo se você, o musher, não conseguir vê-la", diz Zirkle. Eles têm de ter o desejo de liderar a matilha e têm de ser inteligentes bastante para saber onde eles estão e o que eles devem fazer. "Sempre tenho em minha equipe mais de dois cães que podem ser líderes, para o caso de baixas. Quando disputo corridas de longa distância, tenho entre o total de cães permitidos pelo menos metade dos cães que possam desempenhar essa função", diz Aliy.
Para começar a treinar
Segundo Kathy Frost, o equipamento necessário para começar a treinar são um trenó (ou equipamento semelhante), com um freio de neve, cordas para reboque, arreios, roupas adequadas para o condutor e cães. "Para meu tipo de corrida, de longas distâncias, a minha raça preferida é o Alaskan Husky", diz Aliy Zirkle. "Realmente essa raça foi criada para puxar trenós, mas mushers de todo mundo usam outras raças, como os outros huskies, o malamute e até bracos alemães, que são muito populares em países menos frios", comenta Kathy. Segundo ela, os mushers por lazer treinam também outras raças, como labradores, pastores alemães e até setters irlandeses.
Nem todo Husky é cão de trenó

Não são todos os cães expostos ao mushing que gostam de ser treinados ou continuam a praticar o esporte. "Na verdade, muitos dos cães escolhidos pelos mushers são aposentados precocemente porque por algum motivo não são bons ou ainda por terem pelagem muito pesada, causando superaquecimento na trilha. Esses cães acabam se tornando pets ou sendo usados apenas para fins de lazer", comenta a comportamentalista americana Patrícia Bentz, que passou seis dias viajando de trenó pelo Parque Denali, no Alaska.

Embora não haja uma forma de fazer com que os cães gostem do esporte, aqueles que gostam do esporte adoram o que fazem. "Especialmente se forem bem tratados pelos handlers e que tenham com eles um relacionamento de amizade e parceria", diz Patrícia. Essa relação se desenvolve basicamente por causa de dois pontos: o musher acompanha o cão na atividade que ele mais gosta do mundo e ainda sacia suas necessidades físicas e psicológicas. "Nas corridas, normalmente há intervalos quando os cães descansam e o musher deve aproveitar para estar com eles. A ligação mais forte normalmente ocorre com os cães líderes, pois eles têm um papel muito importante no trenó e têm direito a tratamento extra especial", comenta Patrícia.

Entre as necessidades dos cães de trenó, atenção especial na alimentação. "Eles precisam de dieta rica em gordura e proteínas, que seria desbalanceada para cães que não praticam esse tipo de exercícios", comenta Kathy Frost. Como suplementos, vitamina C e fibras, para saúde gastrointestinal. Além disso, os cães requerem monitoramento veterinário constante por causa dos problemas a que são passíveis. "Os mais comuns são infecções do trato urinário, anemia por stress e problemas musculares. É necessário também dar uma atenção especial às patas, bem como pescoço e coluna. Os mushers têm de aprender a examinar seus cães já que problemas nos ombros e cotovelos são comuns, especialmente se a trilha não for boa ou se os cães não estiverem em excelentes condições", diz Kathy.
|
|
Antes de viajar com seu cão é aconselhável uma visita ao médico veterinário para um exame geral. Verificar se a vacinação está em dia e administrar medicamento para prevenção de dirofilariose (doença transmitida por mosquito). Em viagens interestaduais, aéreas ou rodoviárias é importante providenciar a Guia de Trânsito Animal.
Recomendações durante a viagem
No carro não deixe o animal viajar com a cara na janela, para evitar a irritação de olhos e de ouvidos. O animal deve viajar sempre no banco de trás. Existem cintos de segurança especiais para cães, para gatos utilize a caixa de transporte. Alguns animais enjoam, consulte o veterinário sobre medicamentos para evitar enjôos. Prefira as horas mais frias do dia para viajar com seu amiguinho e leve água para oferecer durante as paradas.
Cuidados necessários na praia
Evite que o animal vá à praia, a maioria dos municípios do litoral possui leis que proíbem animais na praia. Se ele for à praia, alguns cuidados são importantes:
- Evite que o cão suje a areia e se o fizer, recolha as fezes com saco plástico
e jogue no lixo.
- Coloque focinheira no seu cão, na praia existem muitas crianças e mesmo que o animal seja manso, num certo momento ele pode ferir uma criança. A responsabilidade é sempre do proprietário.
Os perigos que os cães podem levar à praia
As pessoas podem adquirir a larva migrans cutânea ou dermatite serpiginosa, causada pelo Ancylostoma caninum, quando entram em contato com a areia ou terra contaminadas com as fezes de cães e de gatos portadores de vermes adultos. Estas larvas são resistentes à ação do meio ambiente tais como frio, calor, umidade e podem permanecer no ambiente até cerca de um ano. Nas pessoas a larva provoca erosões e pequenas elevações na pele em formato ondulante com muita coceira. Geralmente atinge pés, pernas e mãos.
Não devemos esquecer que na praia animais de pele e pêlo brancos devem usar protetor solar na região do focinho, pois a incidência de raios ultravioleta é responsável pelo desenvolvimento de câncer de pele nesta região!
|
|
| Saiba o que significam os gestos que os cães fazem! |
|
BARRIGUINHA PARA O ALTO: Sinal que que "se entrega todo para você". Numa briga, quando o cão vira de barriga para cima significa que entregou os pontos. Nas brincadeiras, é uma forma bem legal de lhe agradar; mostrar que você é mesmo o dono e que quer muitos carinhos.
ESFREGA, ESFREGA: É uma brincadeira, um pedido de carinho. Se ele deitar no chão, com as patas para cima, não resista e divirtam-se juntos. Se ele ficar passando no meio das suas pernas (feito gato!), é vontade de ser acarinhado!
CHEIRA O RABO DE OUTROS CÃES: Forma de cumprimentar outro cão, funciona como "olá amigo". O cão identifica o outro através de um odor individual exalado pela glândula ad'anal, que existe nesta região.
RASPAR A TERRA OU GRAMA COBRINDO AS FEZES: Segundo uma das teorias, o cão estaria reproduzindo hábitos adquiridos no passado quando precisava camuflar seus rastros, para evitar confrontos com os possíveis inimigos e para reservar alimentos. Outra teoria, acredita que o cão estaria fazendo um controle sanitário, pois encobre as fezes para que outro animal não se contamine com verminose ou outras doenças.
LAMBIDINHA: É um beijão em você, só que mais molhado. Trata-se da maior demonstração de afeto de um cão, especialmente quando lamber seu rosto e suas mãos, que estão em maior contato com o cão.
ESCONDE OBJETOS: Comportamento herdado da vida selvagem, quando o cão estocava sob a terra comida excedente, prevendo tempos de escassez. O costume se manteve e seu cão pode fazer esconderijos ao ar livre, quando possível, ou procurar cantos escuros da casa, levando para lá todos seus objetos e brinquedos preferidos.
ELE FEZ COCO OU XIXI NAS SUAS COISAS: Xixi nos cantos da casa significa marcação de território. No entanto, se andou sujando as suas coisas, em cima da cama, nos livros ... é porque está de mal com você, e ele deixa isso bem claro!Outra forma de demonstrar que ele está zangado ele despedaça suas coisas. Nos filhotes, isso é comum, mas aí é só de infância e basta falar em tom energético que eles se aquietam.
ELE PERSEGUE GATOS? O cão vê os gatos mais como um divertimento que como uma possível refeição. Estes animais despertam os instintos predatórios e inatos do cão, pois são pequenos, peludos, rápidos e estão sempre prontos para fugir.
ELE ESTÁ LATINDO: Basicamente latidos podem expressar: um pedido, um aviso e a ameaça de ataque.
Latidos em intervalos longos (15 segundos) - está pedindo algo como água, comida ou passear; pode estar simplesmente querendo que abra a porta para entrar ou sair.
Latidos de alerta ou advertência: Dado sempre que um estranho se aproxima. Franzindo o focinho e,`as vezes, rosnando.
Latidos em intervalos menores (3 segundos): se disparar a latir como um doido, praticamente sem parar, é latido de ataque: ele quer defender o território, dono, comida ou fêmea. Ele pode avançar ou recuar, pronto para morder.
ELE RESMUNGA: Quando é deixado de lado. É praticamente um queixume, quase como se ele quisesse chorar. Se depois de resmungar ele não for atendido, começará a latir.
BALANÇA O RABINHO: Se a cauda estiver na posição normal, ele está hiper-contente. Se estiver com o rabinho entre as pernas, ele está pedindo socorro. Cães habituados a fazer as necessidades fora de casa podem exibir esse jeitinho, porque estão apertados.
ELE COMEÇOU A UIVAR: No cio, quando os cães ficam separados das fêmeas, os machos "colocam a boca no trombone". É uma herança dos antepassados. Pode ser ainda que o cão esteja uivando de fome ou solidão.
VOLTINHAS EM CÍRCULO E ARRANHÕES ANTES DE DORMIR: Hábito herdado da vida selvagem, pois o cão precisava afofar a terra onde dormia. As voltas orientam a direção, norte ou sul.
ELE ADORA GRAMA: Parentes caninos selvagens de nossos cães domésticos, como os lobos e as raposas, possuem como parte essencial de sua dieta a captura de animais herbívoros. Sendo assim, indiretamente, esses animais selvagens acabam ingerindo muitas gramas e plantas que estavam nos intestinos daqueles herbívoros. Portanto, comer está na natureza dos cães domésticos
|
|
| As 10 Raças Mais Corajosas |
|
CORAGEM CANINA
Selecionamos as 10 raças mais corajosas.
1º - Retriever de Labrador |
2º - Parson Russel Terrier |
3º - Flat Coated Retriever |
4º - Pastor Belga Malinois |
5º - American Staffordshire Terrier |
6º - Rottweiler |
7º - Great Swiss Moutain Dog |
8º - Pastor Alemão |
9º - Irish S.Coated Wheaten Terrier |
10º Boxer |
|
|
| Curiosidades sobre Cães |
 |
-
Dar chocolates aos cães pode ser fatal para eles. Um ingrediente do chocolate, a teobromina, estimula o sistema nervoso central e o músculo cardíaco. Cerca de 1 kg de chocolate de leite, ou apenas 146 gramas de chocolate de culinária serviam para matar um cão de 22 kg.
-
Houve um cão que era tão leal ao dono que, quando este morreu, ele nunca saiu de perto da cama. Apenas saía para ir buscar comida e voltava para comer ao pé do dono, como era costume. O cão passou o resto dos seus dias ali. Quando morreu foi enterrado ao lado do dono.
-
A imagem de salvador de viajantes sustentada pelos cães São Bernardo surgiu na Suíça em meados do século XVIII. Foi em Valais, na Pousada do Grande São Bernardo, que os monges começaram a treinar os cães, inicialmente como auxiliares em trabalhos domésticos. O tempo foi passando e os cães foram também ensinados a guiar os viajantes que passavam pelas redondezas, além de ir buscar vítimas de avalanches que pudessem estar soterradas vivas na fria região da Pousada, o desfiladeiro do Grande São Bernardo. Apesar de serem realmente cães de salvamento, nunca levaram amarrado ao pescoço o barrilzinho com álcool freqüentemente visto em ilustrações e desenhos animados. O mais conhecido desses cães chamava-se Barry, dono da fama de ter salvo mais de 40 pessoas em toda a sua vida. Ele ainda pode ser visto, empalhado, no Museu de História Natural de Berna.
-
As raças mais altas de cães são o Grand Danois, o Wolfhound Irlandês, o São Bernardo, o Mastim Inglês, o Borzoi e o Karabash da Anatólia (cão pastor turco). Todas essas raças podem chegar a 90 cm de altura.
-
O Museu da História Natural, na Cidade do México, possui um esqueleto de um Chihuhua que mede apenas 18 cm. Apesar de não estar citado o peso deste cão, apresentado em 1910, calcula-se que não poderia ter pesado mais de meio quilo.
-
O segundo cão menor é o Yorkshire Terrier que, oficialmente, não deve pesar mais do que 3,20 kg, embora atualmente muitos "Yorkies" tendam a ser muito mais pesados.
-
A fabricante de brinquedos TAKARA criou um computador de mão que traduz o latido em bom Japonês. O aparelho é equipado com um programa que interpreta o humor do animal de acordo com o tom dos ruídos. O cão usa uma coleira com um gravador. O som é transmitido para o tradutor que interpreta na tela de cristal líquido como alegria, frustração, tédio...
-
Na astrologia, existem quarenta "dias de cão" - entre 3 de Julho e 11 de Agosto - quando Sírio, a Estrela do cão, levanta e deita-se com o Sol.
|
| Tabela de Cotação de Cães |
 |
Cães |
Preço (R$) |
Cães |
Preço (R$) |
|
|
|
|
Afghan Hound |
500/1000 |
Pinscher |
250/800 |
Airedale Terrier |
500/600 |
Pointer Inglês |
350/900 |
Akita |
350/800 |
Poodle Anão |
600/800 |
American Pit Bull Terrier |
500/1000 |
Poodle Médio |
300/400 |
American Staffordshire Terrier |
350/600 |
Poodle Standard |
800 |
Basenji |
400/500 |
Poodle Toy |
250/700 |
Bassethound |
400/900 |
Pug |
1000/2000 |
Beagle |
400/800 |
Puli |
800 |
Bernese Mountain Dog |
800/1000 |
Retriever do Labrador |
400/950 |
Bichon Frisé |
500/1200 |
Rhodesian Ridgeback |
1000/1500 |
Border Collie |
600/800 |
Rottweiler |
400/1000 |
Boxer |
300/1000 |
Samoieda |
500/800 |
Buldogue Francês |
800/1200 |
São Bernardo |
700/1500 |
Buldogue Inglês |
1000/1800 |
Schipperke |
500 |
Bull Terrier |
500/1500 |
Schnauzer Gigante |
400/800 |
Bullmastiff |
800/1200 |
Schnauzer Miniatura |
400/1000 |
Cão da Serra da Estrela |
1500 |
Schnauzer Standard |
300/500 |
Chihuahua |
500/1000 |
Scottish Terrier |
500/1200 |
Chinese Crested Dog |
600/1000 |
Setter Gordon |
300/600 |
Chow Chow |
500/1500 |
Setter Inglês |
500/600 |
Cocker Spaniel Americano |
400/1200 |
Setter Irlandês |
500/600 |
Cocker Spaniel Inglês |
250/700 |
Shar Pei |
800/1200 |
Collie |
300/600 |
Shiba |
800/1000 |
Dachshund |
250/600 |
Shih Tzu |
600/1000 |
Dálmata |
350/500 |
Silky Terrier |
500/1000 |
Dandie Dinmont Terrier |
1200 |
Skye Terrier |
500/1000 |
Dobermann |
300/600 |
Spitz Alemão (Pomerânia) |
400/1000 |
Dogo Argentino |
400/1000 |
Springer Spaniel Inglês |
600/800 |
Dogue Alemão |
350/1000 |
Terrier Brasileiro |
200/350 |
Dogue de Bordeaux |
2000 |
Weimaraner |
500/600 |
Fila Brasileiro |
300/700 |
West Highland White Terrier |
700/1000 |
Fox Terrier |
300/600 |
Whippet |
300/600 |
Golden Retriever |
400/700 |
Yorkshire Terrier |
400/1000 |
Greyhound |
1000 |
|
|
Husky Siberiano |
300/700 |
|
|
Kerry Blue Terrier |
500/1000 |
|
|
Kuvasz |
500/700 |
|
|
Lhasa Apso |
350/1000 |
|
|
Maltês |
500/1000 |
|
|
Mastiff |
500/2000 |
|
|
Mastim Napolitano |
600/2000 |
|
|
Old English Sheepdog |
300/700 |
|
|
Pastor Alemão |
400/1200 |
|
|
Pastor Alemão Branco |
300/1000 |
|
|
Pastor de Shetland |
600/1000 |
|
|
Pequeno Lebrel Italiano |
1000/1500 |
|
|
Pequinês |
500/1000 |
|
|
|
| O Cão Boxer |
 |
Boxer é uma raça de cão de médio porte e pêlo curto, de cor marrom ou tigrada, e de mandíbula proeminente e quadrada. Boxers também podem ser completamente brancos, antigamente acreditava-se que tais exemplares eram albinos e propensos a certos tipos de doenças, porém hoje sabe-se que é simplesmente um gene recessivo com absolutamente nenhuma relação com albinismo ou qualquer outra doença, e ainda é considerado um desvio do padrão da raça não podendo ser registrado (pedigree). Sua cabeça é proporcional ao corpo, que tem costas curtas e membros poderosos. Seus olhos são castanhos e expressivos. Sua expressão é inteligente e atenta.
Foram desenvolvidos na Alemanha, no Século XIX. Pertencem à categoria dos Molossóides, ao lado de raças como o Bullmastiff, o Bulldog, entre outros.
 |
Filhote de Boxer, 3 meses de idade, com orelhas naturais
O corte das orelhas continua popular. O corte da cauda deve ser feito nos primeiros dias de vida do filhote.
Um boxer macho adulto pesa, tipicamente, em torno de 32 kg, e mede aproximadamente 61 cm. As fêmeas são, em média, 20% menores e mais leves.
Boxers são uma raça energética e brincalhona, e tendem a ser muito apropriados no trato com crianças. Seu adestramento é recomendado em tenra idade, pois Boxers costumam ter personalidade forte, fazendo com que seu treinamento seja consideravelmente mais dificil depois que o cão fica adulto.
Boxers são cães pacientes com crianças, inteligentes e muito ligados aos seus donos. São considerados bons cães de guarda, desde que recebam adestramento adequado.
Embora o Boxer precise de exercícios para manter-se em forma, há inúmeros relatos de boxers que vivem bem em apartamentos. O ideal é que o cão tenha alguma atividade física frequente, como passeios diários. Boxers são especialmente apropriados para exercícios como o agility. Seu pêlo é curto, e quando o cão é bem alimentado, não requer muita manutenção para permanecer brilhante. Os cães da raça boxer são considerados cães de fácil manutenção, além de afetuosos, confiáveis, inteligentes, atléticos e fiéis.
Potenciais Problemas de Saúde
Boxers são suscetíveis a tumores. Entre seus possíveis problemas também está a displasia.
Potenciais donos de boxer podem se sentir tentados a escolher outra raça de cachorros por causa de potenciais problemas de saúde, mas devem pensar novamente e reconsiderar sua decisão. A incidência dessas doenças não é alta, e ao se comprar o cão de um criador ético, que provê certificados de saúde para seus exemplares, aumenta-se muito as chances de ter um animal saudável.
|
| O Cane Corso |
 |
Cane Corso
Origem: Itália
Tamanho: Grande
Área de Criação: Grande
Agressividade: Moderada
Atividade Física Moderada
A raça foi desenvolvida na antiga Itália, naquela época, império romano. O Cane Corso descende de um dos mais antigos Molossos Romanos,o Canis Pugnax. Era utilizado para guardar Rebanhos em fazendas e caça de animais de grande porte, como javalis e cervos. Também em combates com leões , touros , e outros cães de guerras.
Atualmente eles são usados para guarda e defesa, e na policia como rastreador.
A raça e muito inteligente e controlada, conseguindo diferir amigos de estranhos. Trata-se de um cão fácil de adestrar, ele é corajoso e fiel.
Utilização: guarda
Tamanho: 60 a 68 cm
Peso: de 40 a 50 Kg
Pelagem: Curta
Longevidade: de 10 a 12 anos.
|
| Doberman |
 |
Com temperamento forte essa raça possui muitos apreciadores
Os apaixonados pela raça não economizam elogios. Inteligente, leal, defensor, afetuoso e carinhoso com a família são apenas alguns dos muitos predicados atribuídos a este cão. Infelizmente, os leigos discriminam este magnífico cão. Muitos amantes da raça costumam dizer que não existem maus Dobermans, existem maus donos.
Muitos criadores acreditam que cães instáveis existem em qualquer raça. No caso do Doberman, o grande problema é seu instinto apurado de guarda e a rapidez na tomada de decisões para iniciar um ataque. Tudo isso aliados a força e a velocidade, podem tornar esse cão uma grande ameaça para todos a sua volta.
Mas, bem educado, socializado e respeitando os comandos de obediência básica, que deve ser incinado quando eles ainda são filhotes, essa raça pode ser uma boa companhia para a família. Mesmo assim deve-se sempre estar atento.
Origem e História
Esta é uma raça de desenvolvimento relativamente recente, montando à segunda metade do Século XIX. Apesar dos franceses apontarem sua semelhança com o pastor de Beauce, os alemães sustentam a tese de origem em seu território. O padrão oficial da raça Dobermann foi oficialmente reconhecido na Alemanha em 1900.
Foi um cobrador de impostos e também zelador de abrigo de cães da cidade de Apolda, Alemanha, chamado Herr Louis Dobermann o criador da raça que leva seu nome (a raça chamas-se Doberman com um único N). Ele teria dado origem à raça através de cruzamentos entre diversas outras, entre elas o Pinscher, o Pastor Alemão e o Braco de Weimar.
Herr Dobermann procurava um cão que pudesse ajuda-lo nas suas viagens, muitas vezes por áreas perigosas, protegendo-o contra bandidos e sonegadores furiosos. A raça foi desenvolvida e firmada em muito pouco tempo, cerca de 10 anos. Criado para atacar estranhos e proteger seu dono a qualquer preço, os primeiros cães da raça eram extremamente agressivos.
O hábito de cortar o rabo do Doberman também vem dos primeiros cães gerados, já que muitos nasceram com o rabo cotô, e eram muito apreciados. Depois da morte de Dobermann, a raça continuou a ser desenvolvida por Otto Goeller e a ele é creditado o grande aprimoramento do Doberman atual. Foi através de Primeira Guerra Mundial que o Doberman ficou conhecido mundialmente. Corajoso, inteligente e leal ao seu dono, esta raça foi largamente utilizado na guerra e em serviço policial.
Embora ainda seja um excelente cão de guarda, e ainda sofra com a má reputação de agressivo ao extremo do passado, o Doberman hoje tem um temperamento muito mais tolerante com estranhos, sendo que já não é raro encontrar espécimes que são verdadeiros doces.
Tem ótimo olfato, disposição para o trabalho e está sempre atento e disposto a se sacrificar pelos donos ou na defesa de seu lar. Tem pêlo curto, sempre preto ou marrom, com marcas castanhas na face, dentro das orelhas, no antepeito, nas patas e abaixo da cauda. Não requer muitos cuidados além da escovação básica. Na aparência geral é um cão quadrado, bem proporcionado, de estrutura forte, musculoso, elegante e altivo, com expressão alerta e decidida.
Na década de 1980, o Dobermann chegou a ser o cão mais popular em número de registros pela Confederação Brasileira de Kenneis Clubes (CBKC). Naturalmente elegante, esta raça demonstra muita agilidade. Por ser de porte grande, requer uma área espaçosa em casa e precisa de exercícios regulares.
|
| Dogo Argentino |
 |
O Dogo Argentino é um cão MOLOSSÓIDE originado da região de CORDOBA, fruto do grande esforço dos irmãos Antonio e Augustín Norez Martínez. Em busca de um cão que fosse invencível nas rinhas e insuperável na caça de javalis e pumas, selecionaram dez raças, sendo o cão "base" o Viejo Perro de Pelea Cordobés, raça hoje extinta mas que na época era muita popular nas brigas entre cães.
Atualmente o Dogo Argentino desempenha outras funções além da caça, como guarda, guia de cegos e busca e salvamento, além de ser muito utilizado na Argentina como cão de polícia.
É um cão extremamente corajoso, amável e obediente com os familiares, territorialista e protetor da casa.
De coloração inteiramente branca, sendo permitida até uma mancha preta em volta dos olhos que não cubra mais de 10% de toda a cabeça, espanta pela rusticidade e porte de poderio.
Um cão perfeito em muitos pontos de vista e que satisfaz em muitos aspectos. Uma obra-prima da engenharia genética e muito apreciado por muitos criadores. Repleto de qualidades é um animal perfeito tanto para aqueles que buscam um guardião imbatível quanto um amigo para todas as horas.
Informações Gerais
Cães usados na seleção genética para o desenvolvimento do Dogo Argentino: Viejo Perro de Pelea Cordobés, Dogue Alemão, Boxer, Bull Terrier, Dogue de Bordéus, Pointer, Buldogue Inglês, Cão de Montanha dos Pirenéus, Mastim Espanhol, Wolfhound Irlandês.
Altura exigida pelo padrão vigente da raça:
- Para as fêmeas: 60 a 65 cm.
- Para os machos: 60 a 68 cm.
Problemas comuns à raça:
- Displasia coxo-femural,
- Prognatismo,
- Dermatites,
- Surdez congênita.
|
| Mastim Napolitano |
 |
Mastim Napolitano
O Mastim Napolitano é uma raça de cão muito antiga, sendo citado por grandes escritores e oradores da Roma antiga, que o mencionavam como "bom cão guardião". Assim disse Columela : "...cão guardião da casa deve ser preto, ou escuro, para afugentar o ladrão de dia e poder atacá-lo à noite sem ser visto. A cabeça é tão importante que se apresenta como a parte mais importante do corpo, as orelhas são caídas e pendem para a frente..." Apesar de diversas citações a este cão ao longo da história, sua origem ainda é bastante controversa e discutida por historiadores e cinófilos.
História
Alguns afirmam que ele seria descendente dos cães que Alexandre, o Grande, conheceu na Grécia e havia levado para Roma. Outros acreditam que a raça seja descendente direto dos molossos romanos, usados pelos exércitos romanos nas guerras contra seus inimigos e outros ainda afirmam que a raça tenha sido originada do cruzamento entre os molossos romanos e os Pugnaces Britannie, trazidos da Inglaterra pelos soldados romanos e por último existe a possibilidade de ter sido trazido ao Mediterraneo em navios fenícios, há milênios. Estas suposições têm em comum a crença de que o progenitor do Mastim seria um cão de características molossóicas que viveu no Tibete mas a maioria dos estudiosos discordam desta linha de raciocínio e investigam o passado do Mastim em cães europeus. Porém, de maneira geral, todas as correntes acreditam que o Mastim colaborou para a constituição de muitas outras variedades de molossos, como o ROTWEILLER e o SÃO BERNARDO.
O tempo passou, mas o Mastim manteve suas características desenvolvidas na região da Campânia - Durante a 2ª Guerra Mundial, muitos exemplares morreram - a fome se abateu sobre todos e não havia alimentação para o pesado Mastim, que consome em média 2,5 kg de comida por dia. Apesar da antigüidade, o Mastim Napolitano só foi reconhecido oficialmente como raça bem mais recentemente e esse feito deveu-se, especialmente, ao trabalho de seleção do escritor Piero Scanziani, que interessou-se pelos cães apresentados na 1ª Exposição Canina em Nápoles, onde ressurgiram oito belos espécimes da raça. Foi Piero quem iniciou um trabalho de seleção e em 1949, conseguiu junto ao E.N.C.I. (Ente Nazionale Cinofilo Italiano) o reconhecimento oficial da raça, cujo padrão definitivo foi fixado apenas em 1971.
Aparência
O Mastim atinge seu auge físico aos 3 anos de idade, quando pode chegar a pesar até 85 quilos.
ALTURA ATÉ A CERNALHA (junção do pescoço com o tronco do cão): 77cm
CABEÇA: Arrendondada, massuda, com o crânio largo na altura dos zigomas ("maçãs da face")e pele abundante com rugas e pregas; focinho muito largo e profundo; lábios de pele pesada, espessa e abundante, maxilares fortes, com ossos mandibulares bem robustos e arcadas dentárias perfeitamente encaixadas; dentes brancos, bem desenvolvidos, regularmente alinhados e numericamente completos (mordedura em tesoura); olhos de inserção frontal, bem afastados e ligeiramente aprofundados, com o contorno das pálpebras tendendo ao redondo. A cor da íris acompanha a cor da pelagem; orelhas em relação ao tamanho do cão, são pequenas, de formato triangular, inseridas acima das arcadas zigomáticas, quando inteiras, são achatadas e portadas pendentes e rentes às faces; quando operadas formam um triângulo quase eqüilátero.
TRONCO: Forte e robusto, o comprimento do tronco não ultrapassa em 10% a medida da altura até a cernelha.
CAUDA: Com base larga, grossa na raiz, robusta e afinando-se ligeiramente para a ponta.
PELE: Espessa, abundante e solta em todo o corpo, particularmente, na cabeça onde desenha numerosas pregas ou rugas, e na linha inferior do pescoço, onde forma uma barbela.
COR: Cinza, cinza-chumbo e preto, com algumas pequenas manchas brancas no centro do antepeito e na ponta dos dedos como também, mogno, fulvo e fulvo avermelhado (cervo).
MOVIMENTAÇÃO: É uma das características típicas da raça. Seu passo é indolente, lento, semelhante ao do urso. O trote é caracterizado por uma forte propulsão dos posteriores e um bom alcance dos anteriores. O Mastim Napolitano raramente galopa.
PELE: Espessa, abundante e solta em todo o corpo, particularmente, na cabeça onde desenha numerosas pregas ou rugas, e na linha inferior do pescoço, onde forma uma barbela.
COR: Cinza, cinza-chumbo e preto, com algumas pequenas manchas brancas no centro do antepeito e na ponta dos dedos como também, mogno, fulvo e fulvo avermelhado (cervo).
Potenciais problemas de saúde
Os principais (e mais graves) problemas do Mastim Napolitano são devidos à sua própria estrutura e constituição física.
- Obesidade – o Mastim é considerado um guloso por natureza e tem tendência a apresentar problemas de excesso de peso que pode comprometer a estrutura óssea. Para evitar esse problema, além de não dar comida demais, é importante exercitá-los sempre, com caminhadas diárias.
- Torção gástrica – pode-se evitar esse problema dividindo a porção total de ração, evitando dar toda a comida de uma única vez.
- Dermatite – O Mastim, especialmente o tipo mais enrugado pode apresentar problemas de acúmulo de sujeira e umidade na pele. Para evitar esse problema, é importante secar bem o cão após o banho ou exposição à chuva.
- Displasia coxo-femural – Má formação do encaixe do fêmur com a bacia. Pode ser tanto de origem genética ou como adquirida em razão da exposição do cão a pisos lisos. Não tem cura. Por isso, a escolha do filhote junto a um bom criador é fundamental, assim como a alimentação do filhote com rações de primeira qualidade e acompanhamento do veterinário quanto à adição de suplementos de cálcio e vitaminas.
|
| Mastiff |
 |
Mastiff
O mastiff inglês (english mastiff) é, de todas as raças caninas, a mais pesada. Há registos de um exemplar com 155 kgs!
Dotado de grande força, era usado no combate entre cães e ursos na antiga Inglaterra.Porém, o temperamento sanguinário de outrora deu lugar a um guardião equilibrado e muito destemido.
Raça popular nos EUA, no Brasil o plantel vem crescendo em qualidade e quantidade. Persistem, porém, alguns desafios para a criação pois, mesmo nas exposições de estrutura e beleza, observam-se cães com pouca estrutura óssea e falta de massa, uma vez que se trata de uma raça molossóide, e quanto à marcação (cor), ausência de máscara negra. Ele pode apresentar cores como dourado com máscara negra e tigrado com máscara. No pedigree de alguns exemplares aparece o dourado citado como baio.
A expectativa média de vida é de, aproximadamente, 12 anos.
Muitos são os cuidados necessários com a raça, principalmente devido ao peso excessivo, pois o filhote, que nasce com mais ou menos 600 gramas, apresenta já aos seis meses um peso de 50 kgs. O mastiff requer cuidados especiais com alimentação, suplementação de cálcio, exercícios físicos adequados a cada fase da vida e acompanhamento de um médico veterinário para que se respeitem os limites do cão.
|
| Dogue Alemão |
 |
|
Nome original |
Deutsche Dogge |
Outros nomes |
Dinamarquês
Grande Dinamarquês
Great Dane
Grand Danois
|
País de origem |
Alemanha
|
|
Padrão FCI |
Grupo: 2 |
Seção: 2 |
Molossóides tipo dogue |
|
Não é reconhecida oficialmente |
Esta raça está extinta |
Variedades |
Dourados e Tigrados
Azuis
Pretos e Arlequins |
|
O Dogue Alemão, também conhecido como Dinamarquês, como "Grand Danois" e como Grande ou Gigante Dinamarquês, é uma raça canina que pertence à categoria dos molossóides, tendo sido criado para a caça ao javali. Hoje em dia é comumente criado para a guarda e a companhia.
Aparência
É um cão gigantesco, com os machos possuindo no mínimo 80 cm de altura, e as fêmeas 72. O corpo é quadrado, forte e musculoso. Sua pelagem é curta, grossa e brilhante, podendo apresentar-se nas cores dourado, rajado, azul, preto e arlequim. A cabeça é longa e estreita, com crânio e focinho de mesmo comprimento. O nariz é preto, exceto nos arlequins, que podem apresentá-lo despigmentado. Os olhos são de tamanho médio e escuros, exceto nos arlequins, que podem possuir um ou dois olhos azuis. Os membros anteriores são fortes e retos, possuindo pés de tamanho médio, com dedos bem arqueados. Já os membros posteriores são largos, paralelos e com angulação moderada. A cauda é larga na base, afinando-se em direção à ponta.
Temperamento
O adulto é normalmente calmo, sendo muito amistoso com os conhecidos, porém desconfiado com os estranhos. Como foi também usado como cão boiadeiro no passado, é usado como cão de guarda com sucesso, protegendo os donos. Em casos de desvio de temperamento, podem ser demasiadamente medrosos.
Saúde
Ele é um cão que exige grandes quantidades de alimento e possui uma baixa expectativa de vida. O estômago do Dogue Alemão é longo e sujeito à torção gástrica, que é uma das principais causas de morte da raça. É preferível evitar deixar grandes porções de comida à disposição do cão - as refeições devem ser moderadas e em horários determinados.
Pelo seu grande porte, é recomendado deixar ração e água em vasilhames na altura do pescoço do animal, para evitar problemas de postura e deformação das pernas dianteiras. A água deve ser trocada com freqüência devido à salivação excessiva.
Unhas excessivamente grandes podem provocar feridas nos dedos, o que deve ser observado para evitar infecções. É natural que o próprio animal procure lixá-las em pisos de concreto ou outras superfícies. O piso ideal para cães de grande porte é áspero, de forma que eles não escorreguem ou tenham que modificar a postura para se equilibrar, nesse caso causando o espalmamento das patas. Pisos ásperos também favorecem o desgaste natural das unhas, porém na cama ou local de descanso deve haver um pano ou superfície macia, para evitar a formação de calos, principalmente nos cotovelos, joelhos e quadril.
|
| Rottweiler |
 |
 |
País de origem |
Alemanha
|
|
Padrão FCI |
Grupo: 2 |
Seção: 2 |
Molossóides tipo dogue |
|
|
Rottweiler é uma raça de cães de origem alemã, de porte médio e compleição robusta e musculosa. A pelagem é preta com manchas em tom ferrugem ou fogo bem definidas na cabeça, tórax, pernas e patas. São corajosos, ágeis e resistentes. A expressão é de alerta e a expectativa de vida é de 10 a 12 anos. Precisam de espaço para se exercitarem, não é aconselhável que fiquem presos ou acorrentados. São excelentes cães de guarda e companheiros, pois são fiéis, obedientes e dóceis com os donos, muito afáveis com crianças e pouco sociáveis com pessoas estranhas ao seu convívio.
Filhote de um ano de Rottweiler
O ataque e a mordida dessa raça é poderosa (chegando a 2 Toneladas por Cm3), desse modo, os cuidados que se deve tomar com os cães dessa raça são o adestramento básico a partir de seis meses de vida e também a prevenção da displasia, dentre outros cuidados comuns a todos os cães.
Para quem não tem experiência com a raça e pretende adquirir um exemplar, é recomendado um filhote de mais ou menos quatro meses e de preferência fêmea, pois é mais facilmente adestrável devido à idade e por ser, na fase adulta, mais afável e menos dominadora que o macho, tal qual a maioria das raças.
Casal de Rottweilers |
Origem
O nome da raça deriva da antiga cidade de Rottweil: Rottweiler Metzgerhund, ou cão de açougueiro de Rottweil. Os açougueiros criaram essa raça com a finalidade de trabalho e no decorrer do tempo, acabaram desenvolvendo um cão de guarda e pastoreio que também foi utilizado como cão de tração. Depois a fama desta corajosa raça espalhou-se através da Europa.
|
| Beagle |
 |
 |
País de origem |
Reino Unido
|
|
Padrão FCI |
Grupo: 6 |
Seção: 1 |
Farejadores de pequeno porte. |
|
|
Cão de origem inglesa do tipo sabujo, de porte médio, onde até hoje é usado em caça à lebre e à raposa.
Tem entre 33 e 45 cm de altura, pelagem típica de hound, ou seja, branco, preto e um tom avermelhado, podendo ainda ser bicolor. O uso como animal de estimação doméstico é muito comum atualmente.
O beagle é um cão muito ativo, extremamente dócil e, quando filhote, muito chorão. Necessita fazer exercícios diariamente, pois tem tendência a engordar. Apesar de ser pequeno, é um cão ágil, usado para a caça.
É ideal para casas com crianças, porque não se cansa de brincar com elas e jamais se torna agressivo. Adapta-se bem a apartamentos desde que possa disponibilizar cerca de meia hora por dia para ele correr em algum lado.
É preciso ter cuidado visto ele ser um cão extremamente guloso, porque vai atrás de qualquer pessoa que lhe mostre comida. Não é bom para cão de guarda uma vez que adora toda a gente. Nunca morde mas pode ladrar bastante se julgar que alguma coisa está errada.
Na literatura, o beagle mais famoso é certamente Snoopy.
Origem
O Beagle é uma raça inglesa muito antiga, mencionada no século III pelo bardo escocês Ossian. Foi altamente privilegiada nos reinados do rei Henrique VIII e da rainha Elizabeth I. Nessa época eram descritas três variedades:
- O do sul, o maior deles, com pelagem branca e preta.
- O do norte, de tamanho médio.
- O pequeno, menos de 35 cm de altura, o beagle Isabel, também conhecido como "cantor" por causa da sua voz melodiosa.
Os primeiros beagles foram introduzidos primeiramente na França por volta de 1860 e em 1914 foi fundado o Clube Francês do Beagle. Por ser um cão que agrada a todos seus proprietários, apidamente tornou-se o sabujo mais popular na França e no mundo. As pessoas apreciam o seu tamanho reduzido, seu temperamento, sua versatilidade, sua eficácia e velocidade.
Temperamento
De acordo com seu padrão, o beagle é um cão alegre, audacioso, ativo, energético e determinado. É vivo, inteligente e de temperamento estável. É também corajoso, resistente e possui um bom faro. Apesar de teimoso não é agressivo; muito liberal e autónomo, o beagle não é muito amigo de grandes mimos ou carícias, mas deixa-se mimar e domar perfeitamente.
É um cão que conduz a matilha e faz seu trabalho de caça sozinho, aos pares ou com todo o grupo. É pequeno mas também polivalente: caça lebre, coelho, raposa, cabrito selvagem e até javali.
Por seu temperamento excelente e sua afetuosidade, o beagle é o animal de estimação de toda a família. Para se conviver bem com esta raça, é porém necessário dar um treinamento firme ou correrá o risco de ter um cão obstinado e possessivo em casa.
Pode adaptar-se à vida da cidade, mas necessita de espaço para gastar a energia. Deve ser escovado uma vez ou duas vezes por semana, e suas orelhas necessitam de atenção regular.
Características físicas
Beagles de porte pequeno
Cabeça: possante sem ser grosseira, sem rugas nem dobras; crânio ligeiramente arqueado; stop bem marcado; nariz reto; focinho um tanto curto; mandíbulas fortes; lábios moderadamente descidos e trufa larga.
Orelhas: longas, de inserção alta e textura fina, pontas arredondadas pendem encostadas nas bochechas.
Olhos: castanhos escuros ou avelã, razoavelmente grandes, bem afastados com uma expressão meiga.
Corpo: compacto, com traços de dignidade sem ser grosseiro; pescoço longo com pouca barbela; peito largo e profundo; dorso curto e poderoso.
Cauda: forte, de comprimento moderado, inserção alta e portada alegremente. Bem-coberta de pêlos, principalmente na parte inferior.
Pêlo: curto, denso e resistente.
Cor: tricolor (branco, preto e marrom) e bicolor (branco e marrom).
Tamanho: de 33 a 45 cm.
Peso: de 15 a 20 kg.
|
| Prateado, o cão rei. |
 |
Uma vez, o Rei de Benares foi para seu jardim de recreio em sua fantástica carruagem decorada. Ele adorava esta carruagem, mais precisamente por causa das ricas correias e cintos de couro feitos à mão.
Nesta ocasião, ele ficou em seu agradável jardim durante o dia inteiro entrando pela tardinha. Era muito tarde quando finalmente ele chegou de volta ao palácio. Por isso a carruagem foi deixada num terreno do lado de fora em vez de ser propriamente trancada.
Choveu fortemente durante a noite, e o couro ficou molhado, inchou, tornou-se mole, e começou a cheirar. Os mimados cães do palácio farejaram o delicioso aroma do couro e desceram até o terreno. Mastigaram e devoraram as correias amolecidas e molhadas. Antes do raiar do dia, sem terem sido vistos, eles retornaram aos seus lugares no palácio.
Quando rei acordou e desceu, viu que o couro havia sido corroído e comido por cães. Ele chamou os serventes e exigiu que explicassem como isto aconteceu.
Uma vez que eram encarregados de tomarem conta dos cães do palácio, os serventes ficaram com medo de acusá-los. Em vez disto inventaram uma história de que cães estranhos, os estúpidos vira-latas da cidade, entraram dentro do terreno através de esgotos e escorredouros e que tinham sido eles quem comeram o extravagante couro.
O rei enfureceu-se. Ficou tão sobrepujado pela raiva que decidiu vingar-se de todos os cães. Então decretou que em qualquer ocasião que alguém visse um cão ou cadela na cidade deveria matá-lo, ou matá-la, de vez!
O povo então começou a matar cães. Os cães não podiam entender porquê estavam sendo mortos. Naquele dia, mais tarde, eles souberam do decreto do rei. Começaram a ficar muito amedrontados e se retiraram para o cemitério justamente fora da cidade. Ali era onde vivia o líder deles, Prateado, o Cão Rei.
Prateado era rei não porque fosse o maior ou mais forte ou mais valente. Era de tamanho médio, com macio pêlo prateado, brilhantes olhos pretos e vigilantes ouvidos aguçados. Caminhava com grande dignidade, a qual deu origem ao respeito e à admiração dos homens assim como dos cães. Ele aprendera muito em sua longa vida, e era capaz de concentrar sua mente nas coisas mais importantes. Assim ele se tornou o mais inteligente de todos os cães, e também aquele que mais cuidava dos outros. Estas eram as razões dele ter-se tornado rei dos cães.
No cemitério, os cães estavam em pânico e mortos de medo. Prateado, o Cão Rei perguntou-lhes o porquê disto. Eles contaram tudo sobre as correias da carruagem e sobre o decreto do rei, e de que as pessoas os estavam matando em qualquer ocasião que os vissem.
Prateado, o Cão Rei sabia que não havia jeito de entrar nos bem-guardados terrenos do palácio. De modo que ele entendeu que o couro devia ter sido comido pelos cães que viviam dentro do palácio.
Ele pensou, "Nós, cães, sabemos que não importando quanto diferentes possamos parecer, estamos de alguma forma relacionados. Então agora devo fazer um grande esforço para salvar a vida de todos estes pobres cães, meus parentes. Somente eu posso salvá-los."
Ele os confortou dizendo, "Não fiquem com medo. Eu vou salvá-los. Fiquem aqui no cemitério e não vão dentro da cidade. Irei dizer ao Rei de Benares quem são os ladrões e quem são os inocentes. A verdade nos salvará a todos."
Antes de se preparar para sair, ele foi a uma outra distinta parte do cemitério para ficar sozinho. Tendo praticado benevolência por toda sua vida, e treinado sua mente, ele agora concentrava-se firmemente e preenchia sua mente com sentimentos de bondade amorosa, pensando, "Que todos os cães fiquem bem e felizes, e que todos estejam seguros. Vou ao palácio pelo bem dos cães e também dos homens. Ninguém poderá me atacar ou machucar-me."
Então, Prateado, o Cão Rei começou a caminhar lentamente através das ruas de Benares. Ele não tinha medo porque tinha sua mente focalizada. Seu caminhar calmo que demandava dignidade e respeito era uma consequência da bondade que ele sempre praticou na vida. E, por causa do caloroso fulgor da bondade amorosa que todas as pessoas percebiam, ninguém ficava zangado nem intencionava machucá-lo. Ao contrário, se maravilharam ao ver aquele Grande Ser passar, e se perguntavam a si próprios como isto podia ser.
Foi como se toda a cidade estivesse aberta. Sem qualquer obstrução, Prateado, o Cão Rei passou direto pelos guardas do palácio entrando no vestíbulo da justiça real, e sentou-se calmamente embaixo do próprio trono do rei. O Rei de Benares ficou impressionado por tamanha coragem e dignidade. Então, quando os serventes apareceram para removerem o cão, o rei ordenou que o deixassem ficar.
Prateado, o Cão Rei então saiu de baixo do trono e fitou o poderoso Rei de Benares. Reverenciou-o respeitosamente e perguntou, "Foi Sua Majestade quem ordenou que todos os cães da cidade deveriam ser mortos?" "Sim, fui eu," respondeu o rei. " Qual foi o crime que os cães praticaram?" perguntou o cão rei. " Os cães comeram as correias de couro da minha linda e rica carruagem." " Sabe quais foram os cães que fizeram isto?" perguntou Prateado, o Cão Rei. "Ninguém sabe," disse o Rei de Benares.
"Meu Senhor," disse o cão, para um rei como o senhor, que deseja ser justo, acha que está direito ter todos os cães mortos em vez de apenas os culpados? Isto faz justiça aos inocentes?" O rei respondeu, como se isto fizesse perfeito senso para ele, " Uma vez que não sei qual os cães que destruiram meu couro, simplesmente ordenando a morte de todos cães posso estar seguro de haver punido os culpados. O rei deve ter justiça!"
Prateado, o Cão Rei fez uma pausa por um momento antes de desafiar o rei com a pergunta crucial - "Meu senhor rei, é verdade que o senhor ordenou que todos os cães fossem mortos, ou há alguns que não devam ser mortos?" O rei subitamente sentiu-se um pouco incomodado como se forçado a admitir, ante toda sua corte, "É verdade que a maioria dos cães devem ser mortos, mas não todos. Os de pura raça do meu palácio devem ser poupados."
Então o rei cão disse, "Meu senhor, antes o senhor disse que todos os cães deveriam ser mortos para assegurar-se de que os culpados fossem punidos. Agora o senhor diz que os cães do seu palácio devem ser poupados. Isto mostra que o senhor estava errado na sua maneira de ser parcial. Para um rei que deseje ser justo, está errado favorecer alguns acima de outros. A justiça do rei deve ser imparcial, como uma balança honesta. Embora o senhor tenha decretado uma morte imparcial para todos os cães, em fato isto simplesmente é o massacre dos cães pobres. Seus ricos cães do palácio estão injustamente salvos, enquanto os pobres são erroneamente mortos!
Reconhecendo a verdade das palavras do rei dos cães, o Rei de Benares perguntou, "Voce é sábio o bastante para saber quais cães comeram as minhas correias e cintos de couro?" Sim meu senhor, eu sei, "disse ele, " só pode ter sido os seus próprios cães do palácio, e eu posso provar isto." "Prove então," disse o rei.
O cão rei pediu que os animais de estimação do palácio fossem trazidos ao vestíbulo da justiça. Ele pediu também uma mistura de manteiga de leite e grama, e que fosse feito com que os cães comessem a mistura. Oh! eis que, quando isto foi feito eles vomitaram pedaços parcialmente destruídos das correias de couro do rei!
Então, Prateado, o Cão Rei disse, "Meu senhor, pobres cães da cidade não podem entrar nos bem-guardados terrenos do palácio. O senhor estava cego pelo preconceito. Seus cães são os culpados. Apesar disso, matar qualquer ser vivo é cometer um ato prejudicial. Isto porque aquilo que os cães sabem, mas que os homens parecem não saber - de que de alguma forma toda vida está relacionada, - então, todos os seres vivos merecem o mesmo respeito como parentes."
A corte inteira ficou pasma pelo que acabara de acontecer. O Rei de Benares foi subitamente tomado por um raro sentimento de humildade. Curvou-se ante o cão rei e disse, "Oh, grande rei dos cães, nunca vi alguém como você, alguém que combina perfeita sabedoria com grande compaixão. Realmente, sua justiça é suprema. Ofereço meu trono e o reino de Benares a você!"
O Iluminado Ser respondeu, " Levante-se meu senhor, Não tenho qualquer desejo por uma coroa humana. Se deseja mostrar seu respeito por mim, seja um justo e misericordioso soberano. Poderia ajudar se começar por purificar sua mente praticando os "Os Cinco Preceitos." Eles servem para se parar totalmente de se cometer as cinco ações nocivas : matar, roubar, cometer adultério, mentir, e embriagar-se."
O rei seguiu os ensinamentos do sábio cão rei. Ele reinou com grande respeito por todos os seres vivos. Ordenou que todas as vezes que ele se alimentasse, todos os cães, aqueles do palácio ou os da cidade, deveriam igualmente ser alimentados. Isto foi o começo da lealdade que existe até os dias de hoje entre os cães e os homens.
Moral da história: Preconceito conduz à injustiça, sabedoria conduz à justiça.
|
| Basset Hound |
 |
 |
País de origem |
Reino Unido
|
|
Padrão FCI |
Grupo: 6 |
Seção: 1 |
Farejadores de pequeno porte. |
|
|
O Basset Hound ou simplesmente Basset (lê-se: Bassê) é uma raça de cães de patas curtas e grossas e baixa estatura, criada para caçar pelo faro. Surgiu por volta de 1800 através do cruzamento entre o Bloodhound e o Beagle, adquirindo assim as características da raça como pêlo solto e coloração. Seu faro é muito potente, perdendo apenas para o do Bloodhound. O nome basset vem da palavra francesa "bas" que significa "baixo" ou "anão".
Aparência
Estes cães tem entre 33 a 38 cm de altura e seu peso fica em torno de 20Kg e 30Kg. Têm pelo liso e curto. Embora qualquer cor seja considerada aceitável para os padrões da raça, os Bassets são geralmente tricolores (preto, marrom e branco) ou bicolores (branco e marrom ou preto e marrom)
Uma de suas características principais são as longas orelhas e o pescoço forte, com muitas dobras.
Possui uma cauda longa, afinada no final e curvada para cima. Muitos possuem a ponta da cauda pintada de branco, o que era muito útil quando eram usados para caça, pois podiam ser vistos de longe, mesmo no meio de arbustos.
Possui um excesso de pelo ao longo do corpo , rosto e pescoço, o que faz com que o Basset Hound tenha um olhar triste. Isso para muitos é o maior charme da raça. Sua pele é frouxa, o que faz com que quando o basset hound abaixa a cabeça, sua pele forme "rugas", o que é para muitas pessoa fofo.
É um cão de porte grande, mas com pernas curtas. Por isso pode surpreender a todos alcançando objetos em lugares que outros cães da mesma altura não conseguiriam, por ser muito mais comprido do que os outros.
Temperamento
O Basset Hound é uma raça muito calma e companheira. São extremamente leais, sensíveis e carinhosos. Perto de desconhecidos, são bastante amigáveis e sempre dispostos a fazer novas amizades. Por isso são muito indicados como animais de estimação para famílias com crianças ou que já tenham outros animais de estimação.
Por viver tão bem em grupo, é recomendável que um basset tenha a companhia de um outro animal de estimação, caso fique muito tempo sem a presença de seus donos. Essa companhia pode ajudar a manter o Basset longe de maiores "encrencas". Resumindo, eles odeiam ficar sozinhos.
Como são muito comilões e menos agitados que a maioria das raças, eles sempre estão dispostos a realizar exercícios, como caminhadas ou brincadeiras com seus donos. Gostam muito tambem de atividades onde possam exercitar o seu poderoso faro.
Como os outros Hounds, os Bassets são muito difíceis de serem adestrados. Normalmente obedecerão aos comandos sempre que houver uma reconpensa, mas "esquecerão" os comandos assim que a recompensa não estiver mais disponível.
A raça tem um instinto muito forte da caça e iniciará um perseguição a passaros, aves, ciclistas ou mesmo a um cheiro, sempre que for possível. Por isso é recomendável sempre deixá-los presos a uma coleira quando passeando na rua.
Os Bassets latem quando querem algo ou querem sugerir que não gostam de algo. Usam também uma lamentação baixa, quase um murmúrio, para chamar a atenção, o que soa a muitos proprietários como se seus Bassets “estivessem falando.”
|
| O Cão da Serra da Estrela |
 |
|
O Cão da Serra da Estrela é uma raça canina portuguesa que, como o seu nome indica, teve a sua origem nessa região montanhosa.
Foi aí que os animais que lhe deram origem se fixaram e, após múltiplas adaptações, conseguidas em gerações sucessivas, foram ganhando as suas características próprias.
A data do seu aparecimento, nos então denominados “Montes Hermínios”, não é possível de determinar. Sabe-se, contudo, que é uma raça muito antiga, das mais antigas da Península Ibérica.
 |
Devido às variações de altitude, há, na Serra da Estrela, níveis de temperatura e de humidade diversos, o que faz com que o seu revestimento vegetal vá variando do sopé para o cume dos montes. Também a diferente exposição aos raios solares dos vários locais, fruto da sua orientação geográfica, diversifica a vegetação natural, que é, fundamentalmente, arbustiva. As diversas fontes existentes fazem com que a água não falte.
Esses factores tornaram, desde sempre, a serra num local propício ao pastoreio.
É sabido que a sedentarização do homem nesses locais se situa na Época Medieval mas a sua utilização por ele, numa vida de pastor nómada, ao lado dos seus rebanhos, é muitíssimo mais remota. Há conhecimento de que ela é anterior ao nascimento de Cristo, pois, aquando da invasão da Península Ibérica pelos Romanos (século II a.C.) já havia pastores (os Lusitanos) que a essa invasão deram luta e que se refugiavam nas penedias.
Claro que é fácil perceber-se que, em local tão afastado da ocupação humana permanente, com vegetação diversificada e abundante e com água disponível, os animais herbívoros silvestres deveriam abundar e, logo atrás deles, completando a cadeia ecológica, os predadores bravios deveriam ser imensos.
O pastor humano tinha necessidade de, no Verão, levar os seus animais para a serra, porque aí os pastos verdejavam, enquanto nas zonas de menor altitude já tinham secado.
Esta ida dos animais para a serra era uma situação difícil para as espécies domésticas porque, devido à sua corpulência e à sua menor agressividade (fruto da domesticação), eram, potencialmente, presas muito apetecíveis para os predadores carnívoros.
 |
As dificuldades que os pastores tinham para defender os seus rebanhos seriam, certamente, imensas, até porque não podiam utilizar armas de fogo (pois elas ainda não tinham sido inventadas – a pólvora foi utilizada pela primeira vez, na Europa, em armas de fogo, no ano de 1346).
Valia-lhes a ajuda de um animal que parece ter sido criado para complementar o homem – o cão (Canis Familiaris).
O cão, elemento da família dos Canídeos, é um animal de grupo (de matilha). No estado selvagem, os cães estabelecem, dentro dos grupos a que pertencem, fortes e bem determinadas relações sociais. Nas matilhas, há um chefe (um líder) e um espírito de interajuda e cooperação entre os seus elementos.
 |
O cão doméstico, devido à grande facilidade com que transfere essas ligações, passa a cooperar com o homem, como se cooperasse com outros cães.
Assim, uma vez reconhecida a sua liderança, ele está pronto a obedecer-lhe e a ajudá-lo. Forma-se um binómio homem-cão, que tão bem funciona em proveito do primeiro.
O “Cão da Serra da Estrela” acompanha o seu chefe, o seu dono, na guarda dos seus haveres, neste caso o rebanho de gado bovino e caprino. Não mais o abandona, subindo à serra quando o gado para aí vai, e calcorreando as longas rotas de transumância, quando os herbívoros que estão sob a sua protecção são obrigados a procurar pastos em zonas mais temperadas.
Não se sabe, ao certo, quais os animais silvestres que estes valorosos e valentes cães tiveram de enfrentar. Pensamos, até, que, possivelmente, terão tido como adversários os ursos, que, então, por lá existiam.
 |
Se deixarmos essas épocas tão remotas e nos debruçarmos sobre o que se passava na Serra da Estrela, por exemplo, na última metade do século XIX e na primeira do século XX, podemos compreender o papel fundamental que o lobo (Canis Lupus Signatus) teve no desenvolvimento e aperfeiçoamento desta raça canina autóctone.
Nesses tempos, era o lobo o maior predador que habitava a serra e o número deles que lá existia era respeitável.
O lobo é, tal como o cão, da família dos canídeos e do género Canis e, por isso, também, um animal de grupo (alcateia). Esses grupos podem ser maiores ou menores, dependendo da área territorial que têm à sua disposição e da quantidade de alimentos que nela encontram. Quando a alimentação é escassa, há uma adaptação da espécie a essa realidade e os lobos começam a viver aos casais, que se fazem acompanhar dos seus filhotes (lobatos), até à idade de, também, acasalarem. A vivência em casais isolados retira aos seus elementos a possibilidade de caçarem animais de porte superior ao seu. Os gados ovinos e caprinos são alvo da sua cobiça, pela facilidade com que poderão capturar e pela abundância de carne que lhes fornecem. O seu ciclo circadiano (isto é, o seu comportamento no quotidiano) dá-lhes uma maior actividade crepuscular e nocturna. Aproveitam o dia para descansar nos seus abrigos.
Foi contra um animal tão bom caçador e tão bem preparado fisicamente, como o lobo, que os exemplares desta raça tiveram de se defrontar.
É certo que os pastores tentavam ajudá-los, colocando-lhes coleiras de bicos metálicos no pescoço, para dificultar as dentadas dos lobos nessa zona anatómica (tão exposta, tão vulnerável e tão vital), mas, mesmo assim, não seria, certamente, tarefa fácil, para os cães, terem de defender os rebanhos dos ataques desses carnívoros.
 |
Para bem exercerem a vigilância que lhes era confiada eles tiveram de desenvolver certas características e comportamentos, de forma a poderem pressentir a presença, por perto, de lobos.
Assim, a independência, que os animais desta raça gostam de ter, enraíza na forma como os seus antepassados faziam a guarda do gado. Eles procuravam, por sua iniciativa, sítios altos onde tentavam captar as feromonas (mensageiros químicos odoríferos transportados pelo ar) dos lobos. Se estes fossem detectados nas imediações, logo os cães tentavam proteger os rebanhos, mas de uma forma a não permitir que os carnívoros deles se aproximassem. Para esta forma de actuação, eles necessitavam de liberdade de acção, não podiam estar a cumprir estritas ordens do pastor.
Esta sua forma comportamental faz com que alguns adestradores caninos digam que o “Cão da Serra da Estrela” é difícil de adestrar, pois parece ignorar as ordens e instruções que eles pretendem dar-lhe.
O que, de facto, se passa é que os cães desta raça tentam sobrepor a sua vontade à do técnico. Este, para conseguir os seus intentos, não deve desistir e, com paciência, determinação e perseverança, deve continuar o ensino. Surgirá o momento em que o animal obedecerá e, a partir daí, esforçar-se-á por aprender o que se lhe quer ensinar e por cumprir o que lhe é ordenado.
 |
|
| Pincher |
 |
Ele é um dos cães mais populares do País. Raras são as pessoas, por menos que entendam de cachorro, que não sabem exatamente quem é o Pinscher Anão, chamado
apenas de Pinscher.
A conquista desse pequeno cão vai além das facilidades geradas pelo porte e pelo pêlo curto. Sua energia fantástica somada ao apego ao dono, o tornam um cão extremamente participativo.
De pequeno porte e pêlo curto. Possui muita energia e é muito apegado ao dono, ficando o maior tempo possível com ele. É muito brincalhão.
Seus atributos não páram por aí: o Pinscher é um cão de guarda. Isso mesmo. É a menor raça de guarda. A semelhança com o Dobermann, raça famosa como guardiã, não é à toa. Ambosdescendem de um mesmo ancestral, o Pinscher Standard, do qual não se têm
notícias aqui.
Ao se sentir ameaçado, não mede consequências. Ele rosna e ataca para defender o dono. Apesar de pequeno, tem uma ferocidade muito grande. É a melhor raça miniatura por reunir as qualidades de guarda e companhia.
Ele é a menor raça de cão de guarda, pertencente ao mesmo grupo que o Dobermann, Rottweiler, Mastife, Boxer e Dogue alemão.
É claro que o ataque de um Pinscher não detém uma pessoa adulta. Mas tanta hostilidade é um empecilho aos mal-intencionados. E o escândalo de um Pinscher diante de um suspeito é ouvido à distância.
É um Cão de Trabalho.
|
| Terrier Brasileiro |
 |
Terrier brasileiro é uma raça de cão desenvolvida no Brasil, de porte médio. É conhecida popularmente como Fox paulistinha.
História
O Terrier Brasileiro é a segunda raça de cão originalmente brasileira, sendo a primeira o Fila brasileiro. Não se tem certeza de suas origens, suspeita-se que descendam dos Fox Terrier, Jack Russel e cães de fazenda brasileiros.
Tendo o mesmo padrão desde 1920 , mas foi internacionalmente reconhecida apenas em 1995.
Temperamento
De temperamento alegre e cheio de energia, o Fox Paulistinha é ágil, inteligente e muito adestrável, comum em apresentações caninas.
Ótimo para companhia de crianças por seu comportamento brincalhão, sempre alerta, forte e leal. Mansos com a família costumam estranhar desconhecidos e cuidar de seu território.
Como os terriers, essa raça se desenvolve bem fazendo tanto o papel de cão de companhia até cão de alarme e caça de pequenos roedores. Porém é preciso ser firme para o treinamento pois esta raça é muito independente. Não tem medo de cães maiores e sabe se defender muito bem.
Padrão
Não exige muitos cuidados. É um cão de pelo curto, os machos devem ter entre 35 e 40 cm e fêmeas entre 33 e 38 cm, pesando até 10 kg, robusto e de personalidade independente.
Coloração: o corpo de fundo branco,com marcações pretas e canela, marrons e canela ou cinzas e canela. A cabeça tem uma máscara preta, cinza ou marrom com pelagem canela ao redor da boca, sobrancelhas e na região interna e borda das orelhas, podendo ter marcações brancas no focinho e no alto da cabeça. Orelhas pendentes e triangulares, olhos castanho-escuros, o mais escuros quanto possível nos pretos, e verdes, castanhos ou até azuis nas outras cores. Peito amplo com formato de "barril", não sendo esgalgado, como nos galgos. cauda cortada, ou íntegra.
Saúde
O Fox Paulistinha é uma raça muito robusta que não apresenta nenhuma tendência para doenças, sendo necessário somente cuidado com os parasitas como carrapatos, pulgas e fungos.
|
| Terra Nova |
 |
 |
País de origem |
Canadá
|
|
Padrão FCI |
Grupo: 2 |
Seção: 2 |
| Molossóides tipo montanha |
Número #50 - 29/10/1996 |
|
|
O Terra-nova é uma raça de cães natural do Canadá. Com pelagem longa e de cores variadas (preto, bronze e landseer), têm como característica a pelagem impermeável, devido ao gosto por água. Acredita-se que é uma das origens do labrador.
É proveniente da província de Terra Nova, Canadá. Nos países de língua inglesa, são conhecidos como Newfoundlands e apelidados de Newfies.
Aparência
Os Terras Novas têm patas com membranas nadatórias e possuem um pêlo resistente a água. Os machos pesam entre 60–70 kg (130–150 lbs), e as fêmeas entre 45–55 kg (100–120 lbs), o que os coloca na classe de peso "gigante".
A maioria dos Terras Novas são pretos, mas existem variedades marrons, cinzas, com manchas brancas e pretas, e Landseer (cabeça preta, corpo branco com manchas pretas). O nome Landseer foi dado depois que o artista sir Edwin Landseer os exibiu em muitas das suas pinturas. Alguns clubes de cães consideram o Landseer como uma raça separada; outros os consideram como uma variação de cor dos Terras Novas. Alguns outros clubes ainda consideram os com manchas brancas e pretas serem fora do padrão da raça, não permitindo estes serem exibidos.
O Terra Nova é similar em tamanho, forma, e tipo do pêlo com o Cão de Montanha dos Pirinéus, exceto que estes são usualmente brancos e os Terras Novas são usualmente pretos. O Terra Nova Landseer e o Cão da Montanha Pirineu com malhas negras no seu pêlo são difíceis para um leigo diferenciar.
Temperamento
Terras Novas tem uma tendência dócil e calma. De fato, a descrição do AKC (clube de cães americano) diz "Doçura no temperamento é a marca do Terra Nova; essa é a característica mais importante da raça." Eles são protetores das crianças.
História
A origem da raça é incerta, mas ela era usada como cães de trabalho na ilha de Terra Nova no começo do ano 1000 d.C. Terras Novas eram usados para resgates na água e para trabalhos de puxar. A raça quase se tornou extinta; a maioria dos Terras Novas dos dias de hoje traçam sua linhagem à apenas um cão com nome de Siki que viveu na década de 1920.
Curiosidades
Filhote de Terra Nova
A cadela Nana no Peter Pan de James Matthew Barrie era originalmente uma Terra Nova. (Donos de Terras Novas recentem a representação dela como uma São Bernardo no desenho da Disney; o filme Em Busca da Terra do Nunca de 2004 usou um Cão de Montanha dos Pirinéus).
Não oficialmente, a segunda mais importante característica da raça é a tendência à babar.
Gander, um Terra Nova servindo com a infantaria canadense em Hong Kong em 1941 foi postumamente condecorado com a Medalha Dickin em 2000. Esta medalha foi instituída em 1943 por Maria Dickin em honra ao trabalho de animais em guerras e ficou reconhecida como a "Victoria Cross dos animais".
|
| Tosa |
 |
 |
País de origem |
Japão
|
|
Padrão FCI |
Grupo: 2 |
Seção: 2 |
| Molossóides tipo dogue |
Número #260 - 09/12/1997 |
|
|
O Tosa é uma raça japonesa que foi originalmente utilizada para briga, sendo atualmente usada para cão de guarda. É considerado um cão raro, graças as lutas nas quais eram submetidos tempos atrás. Também é chamada de Tosa Inu, Tosa Japonês e de Mastiff Japonês.
Aparência
O Tosa varia consideravelmente no tamanho, sendo que as raças japonesas tendem a pesar menos da metade das raças fora do país. A raça japonesa geralmente pesa entre 30 a 40 kg, e os criadores da raça fora do país focalizaram em cães de peso superior, de 89.5 à 90.5 kg.
Temperamento
Tendo suas origens em cães de briga, o Tosa Inu não é um cão para o dono novato. Ele é uma das maiores raças e pode ser extremamente difícil para controlar exceto para os mais fortes de corpo e força de vontade.
História
A raça começou com um cão japonês chamado Shikoku-Inu. Depois esses cães foram cruzados com cães ocidentais, como o Bulldog em 1872, Filas em 1874, São Bernardo e Braco Alemão de Pêlo Curto (Kurzhaar) em 1876, Dogue Alemão em 1924, e o Bull Terrier.
|
| Adestramento Básico |
 |
Dicas de Adestramento básico
É o início da preparação do animal para o objetivo que se quer atingir. Nessa fase o cão deverá entender que está sendo trabalhado e que deverá trabalhar com muita disposição e obediência.
a) Material utilizado:
1. Guia: existem dois modelos: a longa que mede, aproximadamente 10 (dez) metros e a curta 1,50 m (um metro e cinqüenta centímetros). A guia se divide em Três partes: alça, corpo e mosquetão.
2. Colar de espinhos: ajustáveis ao pescoço do animal. Pode ser usado com espinhos para fora ou para dentro.NOTA: atualmente conforme normas adotadas pelas Sociedades de Criadores de Cães Pastores Alemães do Brasil. É proibida a utilização do colar de espinhos para dentro, ou seja, com os espinhos voltados para o pescoço do animal. O mesmo só poderá ser utilizado, em casos em que o animal for muito feroz e estiver fora de controle.
3. Enforcador: colar liso.
4. Rasqueadeira: utilizada para remoção dos pêlos mortos. Deve ser usado pelo menos duas vezes por semana.
5. Escova: ao mesmo tempo que limpa o pêlo do cão, ativa a circulação sangüínea.
b) Adestramento:
O adestramento básico, consiste dos seguintes exercícios:
I. Amizade com o cão
II. Exercício de junto
III. Exercício de senta
IV. Exercício de parado
V. Exercício de deita
VI. Exercício de morto
VII. Exercício de vivo
VIII. Exercício de fica
Amizade com o cão
a. A amizade com o cão deve ser feita, quando o mesmo é ainda filhote ( na faixa de três meses). Essa amizade deve ser feita, no sentido de aproximar o cão do seu dono, e ou adestrador e afastar os possíveis inimigos.
b. Período muito importante precedente ao adestramento. Durante três semanas, o adestrador deverá levar o cão para passeio, brincar com o mesmo e observar todos os vícios e características do cão. É nessa fase que o adestrador procurara descobrir e explorar as qualidades e defeitos apresentados pelo animal. O adestrador deixará junto ao cão um objeto de uso pessoal(lenço, sapato) para que o mesmo se familiarize com seus odores. Também através da amizade, o homem irá obter a confiança do animal, assim como, o cão a do adestrador.
c. Aproveitando a vivacidade do filhote, pode se começar a estimula-ló com ordens que antecipem os comandos a serem aprendidos no futuro, tais como: SENTA, ATENÇÃO, MUITO BEM, AQUI, NÃO, PEGA. Um bom exercício para ser feito nesse período e alertá-lo toda vez que se aproximar um estranho, com o comando de atenção. Durante a amizade iremos começar a colocação do colar no pescoço do animal.
Desenvolvimento:
Passamos a guia em torno do seu pescoço, viramos os espinhos para fora e enfiamos pela cabeça do animal.(Quando conhecemos a índole do animal e sabemos que o mesmo não tentará morder o adestrador).
Da mesma maneira que o anterior, vamos passar a guia em trono do pescoço do cão, soltamos um dos elos de espinhos, abrindo totalmente o colar e colocamos o mesmo em volta do pescoço do animal. (Não conhecemos o animal). Se o animal mostra-se inquieto é porque não está acostumado a Ter objetos estranhos em torno de seu pescoço. Para evitar isso deixamos o colar a ser utilizado com o cão par o mesmo brinque com o colar e se familiarize com o mesmo. Colocamos o colar no pescoço do animal e vamos assim acostumando-o a essa sensação de enforcamento, provocado pelo colar. Quando já se nota uma perfeita aceitação do animal, estaremos então prontos para sairmos com o cão preso a guia. Nunca se deve obrigar o cão a andar, se notarmos que o mesmo está aflito por causa do colar.
Exercício de junto
O guia conduzirá seu cão por um colar, chamados de Enforcador ou de espinhos, em cuja argola se prenderá a uma guia de um metro e vinte centímetros aproximadamente. Ao fazer caminhar o cão, a ele ordenará com voz firme: JUNTO.
Exercício de senta
A esta altura, a importância de chamar o cão pelo nome já é indiscutível. Por isso, seu nome tem o mesmo peso de um comando.
Fazer com que ele esteja imediatamente atento assim que o dono chamá-lo com voz firme e forte, já é meio passo dado para que ele obedeça com sucesso. Depois de prender sua atenção chamando pelo nome, pare diante dele para ensiná-lo a sentar. Suspenda suavemente a guia ao mesmo tempo em que diz SENTA ou SIT e pressione a garupa dele para baixo, com os dedos polegar e indicador em forma de pinça. São três movimentos simultâneos: SENTA ou SIT, tranquinho da guia para cima e pressão em sua garupa par abaixo, chegará o momento em que não será preciso pressionar a garupa do cão (e ele mesmo avisará quando estiver pronto). A partir daí, fique diante do cão, suspenda a guia e movimente a mão direita de trás para frente, como se fosse uma raquete. O movimento deve iniciar ao lado do corpo e terminar acima dos olhos do cão. Enquanto durar o movimento, pronuncie SENTA. Assim que ele senta, de o comando FICA e afaste-se dele. Depois de alguns segundos, vá até o cão e acaricie-o a fim de incentivá-lo a acertar o comando sempre. E muito provável que ele tente levantar, mas se ele fizer isso, você deve dizer NÃO, imediatamente e FICA, mesmo que tenha que voltar e começar o exercício novamente não concorde com o erro dele, nunca.
No início, não se afaste muito, dê apenas alguns passinhos para trás e elogio-o em seguida, para que ele vá se acostumando com sua distância. Com alguns exercícios, a guia não será necessário para fazer sentar.
Exercício de parado
O adestrador deverá colocar a mão sob a barriga do cão, obrigando-o ficar de pé e ao mesmo tempo pronunciará a palavra PARADO, a cada repetição do exercício o cão deverá ser elogiado.
Poderá ainda, partindo da posição de SIT ou SENTA, comandar-se PARADO, pressionando-se com suavidade a guia para frente até conseguimos o desejado. Podemos ainda, ao mesmo tempo em que pressionamos a guia par frente, c
om pé esquerdo encaixado no vazio do animal, erguê-lo para cima até a posição desejada.
Exercício de deita
Essa posição em que o animal permanece deitado sobre suas quatros patas, (posição esfinge). Partindo-se da posição de SIT ou SENTA, o adestrador coloca-se à frente do animal, levanta e puxa suas patas dianteiras até que ele fique deitado, pronunciado sempre a palavra DAWN ou DEITA. Partindo ainda da posição de SIT ou SENTA, o adestrador segura com a mão esquerda próximo ao colar e pressionando continuamente para frente e para baixo, conduzirá o cão em direção ao solo, até que o mesmo fique deitado sobre as quatro patas, sempre pronunciando a palavra DEITA. Quando o cão ficar na posição desejada, sem oferecer resistência deverá ser elogiado e agradado pelo adestrador.
Esse exercício deve-se repetir até o cão aprender perfeitamente o comando. Logo que o cão o realize por sinais deve o guia colocar-se à frente do cão e ao mesmo tempo que lhe ordena DEITA, moverá energicamente a mão para baixo. Tão logo o cão se encontre corretamente deitado, o adestrador segurando a ponta da guia, dá pequenas voltas ao redor do animal, chegando mesmo a pular por cima de seu dorso, repetindo a ordem DEITA. Não se deve permitir que o animal acompanhe com as vistas o adestrador, durante essa pequenas voltas ou mudanças de posição. Não é conveniente, por cansar o animal, obrigar o cão a permanecer muito tempo nessa posição.
Exercício de morto
Esse movimento é aquele em que o cão deverá fingir-se de morto. Para conseguir esse movimento, devemos ficar de cócoras ao lado do cão, o qual encontra-se na posição DEITA, como a mão direita segurar a guia e a mão esquerda deverá ser colocada no vazio do cão, forçando-o para a esquerda até que ele fique complemente estendido no solo. Em seguida o adestrador deverá levantar-se sempre pronunciando a palavra MORTO, fazendo com que o animal finja-se de morto por alguns segundos.
Exercício de vivo
Com o cão na posição de Morto, iremos para a frente do mesmo, com a mão esquerda seguramos a guia e daremos um ligeiro, tirão para cima na guia e pronunciamos a palavra VIVO o cão deverá imediatamente ficar em pé na posição de PARADO. Repetimos esse exercício tantas vezes quantas forem necessárias, até que o animal passe a obedecer o adestrador por um simples gesto ou comando
Exercício de fica
Estando o cão nas posições de SIT ou SENTA, PARADO, DAWN ou DEITA, MORTO e VIVO, o adestrador se afastará pouco a pouco do mesmo, dizendo-lhe, QUIEDATE ou FICA, ao mesmo tempo em que por gesto energético esticará o braço direto para frente, o cotovelo ligeiramente dobrado e apresentado a palma da mão direta voltada par o cão. Cada vez que o cão efetuar algum movimento, deverá ser executado o comando e o gesto para que o cão permanecerá na posição ordenada. No início desse exercício, quando fazemos o gesto com a mão, é interessante que o adestrador toque com a palma da mão o focinho do animal. Se o cão tentar se mover empregamos energicamente a palavra FOI, que é o termo de repressão, pois o cão a essa altura da instrução já perceberá que se emprega a palavra
para que se deixe de fazer algo que seu adestrador não lhe tenha ordenado. A medida que o cão vai interpretando a ordem o adestrador aumentará a distância paulatinamente.
|
| Dicas para a compra de um filhote |
 |
Ao se decidir e optar por uma raça, antes de efetivar sua compra,
pondere os seguintes fatores:
• Lembre-se que ao escolher um cão de idade até 90 dias, ele será seu companheiro por 10, 15 anos ou mais.
• Nunca compre por impulso - Todos os filhotes são atraentes, mas lembre-se... eles crescerão e poderão se tornar adultos com características bem distantes daquelas que o fizeram optar por essa raça. Amor e frustração podem se tornar sentimentos antagônicos com o tempo...
Conhecer os problemas de saúde e os hereditários da raça escolhida facilitará muito sua escolha do filhote, bem como no desenvolvimento do cão. Uma seleção cuidadosa agora salvará você da aflição e de gasto extra (tempo e dinheiro) depois.
• Muitas pessoas criam e acasalam cães indiscriminadamente, produzindo filhotes com problemas de saúde, temperamentos pobres, e/ou raça desqualificadas.
• Procure desconsiderar e excluir a compra de filhotes em Cães de feiras e vitrines e Criadores de “quintal”.
• Um cãozinho barato, fora dos preços de mercado, pode não ser necessariamente um “bom negócio”. Verifique qual o preço de mercado da raça e desconfie de preços muito inferiores.
• Vc deve procurar uma lista de criadores conscienciosos em sua área que ajudarão você em sua procura. Mesmo que eles não tenham uma ninhada disponível para a venda no momento, pode sugerir outros bons criadores em sua região.
• Como é quase impossível para você conhecer o filhote que está comprando, como ele será na fase adulta (física e emocionalmente), você deve confiar na pessoa de quem você está comprando seu filhote...
• Quanto aos criadores... escolha um criador respeitável
1. Cães de feiras e vitrines - A pior escolha possível. O filhote de cachorro pode estar doente, já que estão expostos como mercadoria e sem o devido cuidado que um filhotinho requer. Às vezes passam horas confinados em gaiolas, expostos as diferentes temperaturas e a outros animais.
2. Criador de quintal - Também uma escolha pobre. Geralmente são pessoas que criam por "diversão", ou pior ainda, talvez faça apenas com fins lucrativos. Normalmente este criador conhece pouco sobre o padrão ou história da raça, e menos sobre acasalamentos adequados. O criador de quintal não é ciente de problemas de raça, e não zela pela eliminação das mesmas. Sua meta é produzir filhotes de cachorro vendê-las prontamente.
3. Criador Responsável - hobby ou profissionalismo SÉRIO. A melhor de todas as escolhas. O criador sério e dedicado às normas de criador tem preocupações muito além da ordem dos “lucros”. Quando alguém está envolvido com cães pelo prazer e amor a cada animal individualmente, preocupados com uma produção dentro dos melhores padrões da raça possíveis, os resultados são SUPERIORES.
Os criadores reconhecem responsabilidade em cada filhote produzido, bem como de todo o seu plantel.
Como reconhecer o criador responsável? Apresentamos uma lista de requerimentos que vc encontrará no bom criador, antes de considerar a compra de um filhote. Não tenha receio de confrontar o criador com estes requisitos. É seu direito e você pode se assegurar que o verdadeiro criador vai responder positivamente, com responsabilidade e orgulho às suas perguntas.
|
| Semelhança entre Pessoas e seus Cachorros |
 |
| A Idade do Cão e do Homem |
 |
Há várias explicações e teorias que relacionam a idade do cão e a do homem. A mais conhecida delas é a que diz que cada ano do cachorro corresponde a 7 anos de uma pessoa. Na verdade a relação entre a idade dos nossos amigos peludos e seus donos não é linear. Por exemplo: uma cachorrinha de um ano de idade já pode ter filhotes, mas uma criança de 7 anos ainda não está pronta para ser mamãe.
Existem pequenas variações nas tabelas que definem a correlação de idades entre os cães e humanos, mas, basicamente, você pode considerar que:
Cão |
Homem |
06 meses |
10 anos |
08 meses |
12 anos |
10 meses |
14 anos |
12 meses |
15 anos |
14 meses |
16 anos |
16 meses |
18 anos |
18 meses |
20 anos |
20 meses |
21 anos |
22 meses |
22 anos |
02 anos |
24 anos |
03 anos |
28 anos |
04 anos |
32 anos |
05 anos |
36 anos |
06 anos |
40 anos |
|
|
|
Cão |
Homem |
07 anos |
44 anos |
08 anos |
48 anos |
09 anos |
52 anos |
10 anos |
56 anos |
11 anos |
60 anos |
12 anos |
64 anos |
13 anos |
68 anos |
14 anos |
68 anos |
15 anos |
76 anos |
16 anos |
80 anos |
17 anos |
84 anos |
18 anos |
88 anos |
19 anos |
92 anos |
20 anos |
100 anos |
|
|
|
| História do Canil Sparkling Bears |
 |
Senhora Patrícia nos conte como começou o canil Sparkling Bears?
Nossa paixão pela raça começou faz mais que 20 anos, quando víamos muito de vez em quando um Old English Sheepdog, já que nesta época haviam muito poucos exemplares na Argentina.
Neste momento nos colocamos em contato com Oscar "Cacho" Colombo e Roberto Klein, importantes criadores da raça e compramos nosso primeiro cão Bobfield's "Gareth", depois de vários trabalhos e apresentações em exposições decidimos mudarmos da Capital Federal Buenos Aires para Don Torcuato - Pcia. de Buenos Aires.
Continuamos comprando uma fêmea , "Axle" filha de um cachorro NEOSOLANDES.
Em pouco tempo compramos outra fêmea , "Kimberly" Filha de um Campeão Americano.
Sempre em busca do melhoramento da raça acasalamos nossas fêmeas com importantes exemplares : Hadfelda Marmaduke importado da Inglaterra, Lambluv Premiere Performance importado da USA, Reata's Big Blue importado de Croacia y Zottel Your Sincerely importado da Inglaterra.
Toda esta mescla de linhagens trabalhada minuciosamente nos deu muitas satisfações quanto a estrutura, tipo e temperamento.
Nos sentimos muito orgulhosos com nossa linha de sangue, criando excelentes campeões, entre eles :
Nombre |
Títulos |
Gr. Ch. Arg. Int. Sparkling Bear's Harmony Hill |
"Gran Campeona Argentina"
"Campeona Internacional de Belleza"
"Mejor Hembra del Año" (1997) |
Gr. Ch. Arg. Int. Lat. Sparkling Bear's Spinach Rock ( Iván) |
"Gran Campeón Argentino"
"Campeón Internacional de Belleza"
"Campeón Latinoamericano de belleza"
"Mejor Macho del Año" (1998) |
Gr. Ch. Arg. Int. Lat. Sparkling Bear's Blue Steel |
"Gran Campeón Argentino"
"Campeón Internacional de Belleza"
"Campeón Latinoamericano de belleza"
"Mejor Cachorro del Año" (1998)
Y el mayor ganador de la historia de la raza en la Argentina como cachorro |
Gr. Ch. Arg. Int. Lat. Power Dog Eclipse (IAN) |
"Gran Campeón Argentino"
"Campeón Internacional de Belleza"
"Campeón Latinoamericano de belleza"
Ganador de Razas y Grupos
"Ganador del Ranking de la Raza", "Mejor Macho", "Mejor Nacido en el País" (2003) Ranking OESCA
"Mejor Macho" (2004) Ranking OESCA |
Ch.Arg. Sparkling Bear's Wemberly |
"Campeona Argentina"
Ganadora de Razas y Grupos
actualmente esta retirada de las pistas hasta el próximo año que continuará su carrera |
Ch. Urug. Sparkling Bear's Blue Knight (Zeus) |
"Mejor Joven de Raza Ranking FCA y OESCA" (2005)
"Gran Campeón Uruguayo" |
Ch. Jov. Ec. Sparkling Bear's Spooner (IÔN) |
"Joven Campeón Ecuatoriano de Belleza"
Ganador de Razas y Grupos
nº 1 de Grupo Ranking AERCAN 2006
|
No ano de 1999 nosso canil se consagrou o melhor criador do Ano.
Há vinte anos nos dedicamos ao preparo especializado da raça, em algumas ocasiões ministramos cursos sobre a manutenção da raça.
Mantivemos contatos diários via e-mail com criadores e donos de cães da raça Viejo Pastor Ingles de todas partes do mundo, trocando esperiencias muito valiosas.
No ano 2000 Patricia foi nomeada juiza especializada da raça e é a atual Presidenta do Old English Sheepdog Club Argentino.
Em 2005, tivemos a sorte de conhecer os que hoje são nossos amigos, Yolanda Berdugo Fernández e Rodolfo Rojo (Fito) prestigiosos criadores de Old English Sheepdog na Espanha, de la trouxemos um belo cachorro de excelente pédigree: Big-Foot de Thalek Hi Sparkling B. "Nano", e temos o orgulho de que uma de nossas cachorras: Sparkling Bear's Big Foot de T. "Shakira" hoje sejam parte do nosso plantel: Big Foot de Thalek.
Resultado de nossas cruzas exportamos : Brunito para Miami, Julito para Mexico, Iòn e Chanel para o Ecuador, Mara e Mausi para Uruguay, Shakira, Bost e Thalia para Espanha, Mirna e Midow para Bolivia, Mao Mao, Anan e Shannen para China, D'arcy e Marmaduke ao Brasil, todos atualmente competindo e nos dando verdaderas satisfacões. Obrigado a todos eles.
Hoje continuamos criando e melhorando ano após ano, com todo amor que eles merecem.
|
| Acariciar cachorros pode ajudar doentes do coração |
 |
Passar alguns minutos acariciando um cachorro pode diminuir a ansiedade de um doente do coração e até mesmo ajudar na recuperação dele durante uma internação hospitalar, disseram pesquisadores dos EUA .
Os efeitos benéficos do contato com o animal foram maiores do que quando os doentes com insuficiência cardíaca receberam a visita de um voluntário ou quando foram deixados sozinhos, afirmaram os cientistas durante um encontro da Associação Americana do Coração.
Essa terapia justifica que analisemos com seriedade essa opção como uma terapia auxiliar para o caso de pessoas com insuficiência cardíaca. Os cães representam um grande
conforto", disse Kathie Cole, enfermeira da Universidade do Centro Médico da Califórnia (EUA), que chefiou o estudo.
Eles deixam as pessoas mais felizes, mais calmas. Eles fazem com que as pessoas sintam-se mais amadas. Isso é algo muito importante quando a pessoa está se sentindo amedrontada e mal..
O estresse pode piorar o quadro de um doente cardíaco, mas Cole disse que ninguém tinha até agora avaliado com profundidade se medidas simples de alívio do estresse, como acariciar um animal, poderiam ajudar de tal forma que pudesse ser medida.
A equipe de Cole descobriu que uma visita de 12 minutos de um cachorro ajuda as funções cardíaca e respiratória, diminuindo a pressão pulmonar, reduzindo a produção de hormônios prejudiciais e combatendo a ansiedade.
Os cientistas avaliaram 76 pessoas com insuficiência cardíaca internadas em um hospital. Desse grupo, alguns receberam a visita de um cachorro por 12 minutos, outros receberam a visita de um voluntário treinado e outros ficaram sozinhos.
Os índices de ansiedade caíram 24 por cento para os doentes visitados por um cão, caíram 10 por cento para os que receberam a visita de uma pessoa e permaneceram inalterados para os que não receberam nenhuma visita.
|
| Balto |
 |
Balto (c. 1922 – 14 de março de 1933) foi um cão vira-lata, metade husky siberiano, metade lobo, conhecido por sua astúcia. Vivia na cidade de Nome, no Alasca. Em 1925 houve uma epidemia de difteria em Nome, e que se alastrou entre as crianças da cidade. Por causa das nevascas que bloquearam todos os meios de comunicação, era impossível a chegada de medicamentos. A única solução para obter os remédios seria a utilização de um trenó puxado por uma matilha de cães e liderado por Balto. O condutor Gunnar Kaasen percorreu 1600 quilômetros para chegar à Nenana e voltar com as antitoxinas.
Estátua de Balto no Central Park
Uma estátua de Balto foi erguida em Nova Iorque para homenagear todos os cães que participaram da corrida. Em 1995, a Universal Pictures lançou um filme de animação chamado Balto, inspirado nos acontecimentos de 1925. O filme ainda ganhou duas continuações: Balto 2: Uma Aventura na Terra do Gelo, e Balto 3: Nas Asas do Destino, que não são baseados em acontecimentos verídicos, e que saíram apenas em vídeo.
|
| Dogue Canário |
 |
Dogo canário |

|
Nome original |
|
Outros nomes |
Perro de presa canário, Presa canário |
País de origem |
Espanha (Canárias) |
|
Padrão FCI |
Grupo: 2 |
Seção: 2.1 |
Molossóides tipo dogue |
Número #346 PR |
O dogue canário ou dogo canário, conhecido também como perro de presa canário ou presa canário, é um cão molossóide originário das Ilhas Canárias, principalmente das ilhas Tenerife, Gran Canaria e Fuerteventura (Espanha). Nestas ilhas existia o perro de ganado majoreiro (cão de gado majorero) também chamado de perro de la tierra ou simplesmente majoreiro, valente guardião e boiadeiro, um dos ancestrais do dogo canário.
História
A formação da raça começou a partir do século XVI, com a chegada dos colonos, que trouxeram cães molossóides e de tipo bull (molossóide e terrier) para auxiliá-los na lida com o gado, que necessitava sempre ser subjugado para ser arrebanhado. Foi a partir do cruzamento desses cães com o perro de ganado majoreiro e outros cães nativos que surgiram exemplares com ossatura e cabeça mais pesadas, mas que mantiveram a valentia e a aptidão para a lida com o gado. Além dos cães, os colonos trouxeram consigo o hábito das rinhas, e essa também se tornou umas das funções desses cães. Foi este ambiente que deu origem ao perro de presa canario que hoje chamamos de dogo canário.
Já no século XX, a proibição das rinhas e os novos costumes na lida com o gado, além da popularidade de raças estrangeiras, fizeram a popularidade do cão nativo decair, e a raça quase foi extinta. Porém, a partir da década de 70, alguns criadores, com o intuito de preservar a raça, criaram o Clube Espanhol do Presa Canário.
Aparência
O dogo canário apresenta-se como um cão de porte médio, mesomorfo, rústico e bem proporcionado, com máscara negra que lhe dá um perfil de aspecto intimidador, muitas vezes confundido com pit bull, porém com o dobro do tamanho das linhagens mais comuns desta ultima raça.
O tamanho do Dogo canário é algo que impressiona: os machos devem ter de 60 a 65 cm na altura da cernelha e as fêmeas de 56 a 61 cm. O padrão refere o peso mínimo, que deve ser 50 kg para os machos e 40 kg para as fêmeas. A sua mordedura deve ser preferencialmente em tesoura, suas orelhas podem ser cortadas ou não. A cauda deve ser sempre íntegra, reta e com ligeira curvatura na ponta quando relaxada, ou em forma de sabre quando em ação. Sua pelagem é curta, rústica, áspera ao toque, e as cores podem ser tigrado em todos os tons, fulvo em todos os tons. A cor branca pode aparecer no peito, na base do pescoço ou na garganta, nas patas e dedos posteriores, sendo que quanto menos tiver melhor. Apresenta sempre máscara preta, sem contudo ultrapassar os olhos.
Temperamento
A raça dogo canário é conhecida pelo seu temperamento calmo, referido frequentemente como "temperamento insular". É considerado "gentil e nobre" com a família, e desconfiado com estranhos. Cria laços fortes com o seu dono e família humana e pode ser muito protector. É inteligente e apresenta um "olhar severo" característico.
Em algumas situações, o Presa pode ser agressivo para outros cães e animais, e mesmo humanos em casos raros. Desde que o cão tenha sido treinado e socializado, este comportamento constituirá excepção e não regra. Muitos presas coahabitam com pássaros, gatos, cães, cavalos, répteis e outros animais.
Apegado à família, porém desconfiado com estranhos, o Dogo canário demonstra ter grande confiança. De aspecto sereno mas sempre atento, é especialmente dotado para as funções de guarda, sendo considerado por especialistas como o guardião ideal, por ser muito territorialista, equilibrado, predisposto a obediência e com um grau de atividade elevado para um molosso. Possui latido grave e, quando em alerta, sua atitude é muito firme e seu olhar vigilante.
Um caso de ataque por Presas muito conhecido e que recebeu muita atenção da mídia, envolveu dois cães que na verdade se tratavam de mestiços de Presa canário/Mastiff
. Estes dois cães mataram Diane Whipple em 26 de janeiro de 2001. Consta que estes animais foram treinados para rinhas, o que os terá tornado particularmente agressivos.
Treino
Devido ao seu temperamento, o Presa canário pode ser muito difícil de treinar. Necessita de um dono firme que esteja disposto a confrontar-se com o temperamento dominante que o Presa tem tendência a apresentar.
É mais adequado mantê-lo em ambiente externo, mas se adapta ao ambiente interno, sendo necessário levá-lo para realizar exercícios nesta última situação.
Polêmica
Como qualquer cão os representantes desta raça poderão apresentar desvios de comportamento quando manejados incorretamente, e, devido ao seu porte avantajado, acidentes tendem a ser de maior gravidade. Isto, somado ao seu porte e sua aparencia (que é tida por leigos como sendo idêntica a do Pit bull) poderiam gerar a mesma polêmica que levou as raças pit bull, fila brasileiro, tosa e dogo argentino a serem proibidas em certos países. Entretanto, no Brasil, como esta raça ainda não sofreu devido à popularização e nem chegou em massa às mãos de donos irresponsáveis, não teve suas qualidades físicas e psíquicas degeneradas.
|
| Bull Terrier |
 |

O Bull Terrier é uma raça de cão da família terrier.
Aparência
Bull Terriers são musculosos, com pelagem curta e densa. As cores de sua pelagem são:
- branca pura, podendo apresentar pequenas manchas bicolores ou pretas.
- tigrada;
- dourada;
- preta;
Estas cores combinadas com branco nos cães são chamadas bicolores;
- preta e canela;
- preta e tigrada;
Estas combinadas com o branco são chamadas tricolores. Cães brancos e tigrados são preferidos.
Sua característica mais notória é sua cabeça em formato de ovo quando observada de frente, levemente achatada em cima, trufa (nariz) preto, nunca de outra cor, sempre voltado para baixo (linha do solo), orelhas eretas e pontudas, olhos triangulares, aparentando estarem semi fechados.
Não existe um padrão para peso e tamanho, mas a média do standard varia de 51 a 61 cm e entre 20 e 32 kg. A variação miniatura do Bull Terrier deve possuir as mesmas características, porém com um peso e tamanho menor, no máximo 35 cm na cernelha.
Temperamento
São amigáveis e possuem um maravilhoso senso de humor. Sua força física é proporcional à sua notável inteligência, e ambas necessitam estar em constante atividade. Podem ser teimosos e não são considerados ideais para o dono de “primeira viagem”. A característica da raça é ser mansa, mas não se pode esquecer que esta raça foi originalmente criada para rinha, o que pode causar reação se o cão for combatido.
São muito afetuosos e adoram companhia humana, portanto, não é uma boa idéia deixá-los sozinhos por longos períodos de tempo (eles podem fazer muitos estragos com suas mandíbulas, caso se sintam entediados). Também são recomendáveis para fazer companhia a crianças, pois sua força lhes garante um alto nivel de tolerância a dor, garantindo resistência para as brincadeiras. Mas, como qualquer animal de estimação, tomar cuidado é essencial.
Saúde
Normalmente, os bull terriers não possuem problemas com doenças físicas (como a displasia, por exemplo). Um problema comum nesta raça é a tendência a desenvolver alergias e doenças de pele. Mordidas de insetos, como moscas ou mosquitos, podem produzir alergias que causam a coceira. Este quadro pode ser anulado se o cão for mantido longe destes insetos, mas obviamente o que definirá isto serão fatores ambientais e/ou climáticos, onde normalmente a exposição se torna praticamente inevitável.
Sua expectativa de vida varia entre 10 e 14 anos em média, no entanto, a cadela mais velha que se teve registro viveu até os 17 anos. A pelagem é de fácil manutenção, mas cuidados simples como a escovação podem deixá-la praticamente perfeita. Existem alguns tipos de óleo à venda em pet shops e veterinárias que também ajudam a melhorar a pelagem. Recomenda-se não aplicar nenhum produto que não contenha a lista de contra-indicações. Em caso de dúvida, deve-se sempre procurar o veterinário.
A raça necessita de uma quantidade razoável de exercícios, porém, exigir muito de sua musculatura na juventude pode enrijecer e esticar seus músculos. Os cães mais velhos também necessitam de exercícios, porém em doses mais reguladas, enquanto os mais novos podem se exercitar por horas a fio. Procure manter um equilíbrio entre dieta e exercícios, pois a raça ganha sobrepeso facilmente.
Também verifique olhos, nariz e boca regularmente por sinais de infecção. Bull Terriers se alimentam de qualquer coisa. Ração canina contendo parte ou todos os elementos é a mais indicada, ossos para brincadeiras (assim esses cães gastam um pouco de sua energia e deixam outros objetos intactos), porém, deve-se ficar atento a alterações na pelagem. Combine com exercícios e um lugar quente para descansar, e você terá a companhia de um cão extremamente feliz e saudável.
História
As raças Old English Bulldog e White English Terrier, já extintas, foram cruzadas para dar origem a uma nova, chamada Bull and Terrier. É sabido que consta em sua genética a raça Dálmata.
Por volta de 1860, a raça Bull and Terrier se dividiu em dois ramos: o Bull Terrier branco puro, e outro com pelagem manchada colorida, que perdurou por mais setenta anos nas rinhas de cachorro até que finalmente foi reconhecido como uma raça legítima chamada Staffordshire Bull Terrier.
Os registros mais antigos de Bull Terriers datam do período entre 1874 a 1876. Apesar da raça ter sido desenvolvida para rinhas, o Bull Terrier tem tendências a ser companheiro.
|
| Os Dez Mandamentos da Posse Responsável de Cães e Gatos |
 |
Ter um animal de estimação é uma responsabilidade que pode durar anos. Antes de receber um cão ou gato em sua casa, reflita sobre os deveres de um dono responsável.
Os Dez Mandamentos da Posse Responsável de Cães e Gatos:
1. Antes de adquirir um animal, considere que seu tempo médio de vida é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados.
2. Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.
3. Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida – tamanho, peculiaridades, espaço físico.
4. Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido por quem possa contê-lo.
5. Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove-o e exercite-o regularmente.
6. Zele pela saúde psicológica do animal. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele.
7. Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.
8. Recolha e jogue os dejetos (cocô) em local apropriado.
9. Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses ou similar, informando-se sobre a legislação do local. Também é recomendável uma identificação permanente (microchip ou tatuagem).
10. Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e fêmeas. A castração é a unica medida definitiva no controle da procriação e não tem contra-indicações.
|
| Algumas Sugestões para Nomes do seu Filhote |
 |
A |
|
|
|
|
Agatha |
Aguia |
Akira |
Aladim |
Alcapone |
Alf |
Allysson |
Alpha |
Andy |
Angel |
Anny |
Antares |
Anubis |
Anuska |
Apache |
Apolo |
Aramis |
Argos |
Argus |
Aron |
Artêmis |
Aruk |
Arusca |
Astor |
Astra |
Aya |
Atenas |
Athila |
Athos |
Axel |
B |
|
|
|
|
Babalu |
Babucha |
Baby |
Bacco |
Bacon |
Bali |
Baloo |
Balu |
Bambam |
Bambi |
Bandit |
Banzé |
Barbie |
Barney |
Bart |
Baruk |
Basko |
Batata |
Benji |
Benson |
Bernardo |
Berry |
Best |
Bia |
Bianca |
Biba |
Bibbo |
Bidu |
Bill |
Billy |
Bilu |
Bimbo |
Bingo |
Bionda |
Biruta |
Biscuí |
Blanch |
Blenda |
Bob |
Bobby |
Boby |
Bogus |
Bolinha |
Bolota |
Boneca |
Bongo |
Bonny |
Boomer |
Bóris |
Boss |
Boy |
Bradock |
Branca |
Branco |
Brenda |
Brida |
Brigite |
Brisa |
Bruce |
Brussi |
Bryan |
Buba |
Bubaloo |
Bud |
Buffy |
Buggy |
Bunny |
|
|
|
C |
|
|
|
|
Cacau |
Caco |
Café |
Candy |
Capitu |
Carol |
Cassius |
Catarina |
Catita |
Catito |
Cebolinha |
Ceci |
César |
Chaplin |
Charles |
Charlie |
Cherry |
Cheyenne |
Chiclete |
Chico |
Chiquinha |
Chiquita |
Chocotone |
Chokito |
Chuca |
Chucky |
Chumbinho |
Chuvisco |
Cindy |
Clara |
Coca |
Cocada |
Colosso |
Cometa |
Conan |
Cookie |
Costelinha |
Cowboy |
|
|
D |
|
|
|
|
Dallas |
Dandy |
Danger |
Danny |
Dara |
Darling |
Darwim |
Dasha |
Debby |
Dedé |
Dexter |
Diana |
Dick |
Digo |
Dina |
Dinamite |
Dingo |
Dolly |
Doris |
Dotty |
Draco |
Dragon |
Duck |
Dudinha |
Dudu |
Dunga |
Duqueza |
|
|
|
E |
|
|
|
|
Ed |
Eddie |
Eloy |
Elvis |
Emma |
Enzo |
Espoleta |
Etti |
Eva |
Evelyn |
F |
|
|
|
|
Fadinha |
Fafá |
Fanny |
Feijão |
Felix |
Fênix |
Fifinha |
Filó |
Fininha |
Fink |
Flag |
Flash |
Flexa |
Flofy |
Floquinho |
Florinda |
Fofão |
Foquinha |
Frajola |
Francis |
Franz |
Fred |
Freddy |
Frida |
Fritz |
G |
|
|
|
|
Gaby |
Galego |
Galileu |
Gana |
Garfield |
Gatão |
Gaya |
Ghost |
Gi |
Giga |
Ginger |
Gisela |
Golias |
Gorda |
Gordo |
Grace |
Greco |
Gretha |
Guerra |
Guerreiro |
Guga |
|
|
|
|
H |
|
|
|
|
Habiba |
Haiat |
Half |
Hammer |
Hana |
Hans |
Happy |
Haven |
Hebe |
Hebert |
Helena |
Helga |
Hera |
Hilary |
Hinna |
Honey |
Hook |
Horus |
Host |
Huck |
I |
|
|
|
|
Iza |
Inês |
Ingrid |
Iris |
Isabela |
Isis |
Isolda |
Iuli |
Iury |
Ivan |
J |
|
|
|
|
Jack |
Jady |
Jaffar |
Janjão |
Janne |
Jasmim |
Jason |
Java |
Jedi |
Jerry |
Jessie |
Jimmy |
Joca |
Joe |
Johnny |
Jor-El |
Jr |
Juju |
Jujuba |
Jully |
K |
|
|
|
|
Kadu |
Kafú |
Kaiser |
Kako |
Kal-El |
Kallinda |
Kauê |
Kay |
Kelly |
Kevin |
Kika |
Kiko |
Killer |
Kim |
Kimberly |
Kinder |
King |
Kirk |
Klynger |
Krypto |
Kyara |
|
|
|
|
L |
|
|
|
|
Lady |
Laika |
Laila |
Lala |
Lana |
Lara |
Lassie |
Leka |
Leo |
Lili |
Lilica |
Lily |
Linda |
Lion |
Lisa |
Lobo |
Logan |
Lohan |
Lorayne |
Lord |
Luana |
Luar |
Luau |
Luck |
Lucy |
Ludovico |
Ludy |
Luke |
Lully |
Lulu |
Luma |
Luna |
|
|
|
M |
|
|
|
|
Mack |
Mackenzie |
Madonna |
Magali |
Magoo |
Malu |
Mamute |
Marcel |
Margot |
Marrom |
Mascote |
Max |
Meg |
Mel |
Merry |
Mickey |
Mike |
Mille |
Mina |
Minie |
Minuxa |
Miuka |
Miuxa |
Moa |
Molly |
Mony |
Moon |
|
|
|
N |
|
|
|
|
Nanico |
Nanny |
Napoleão |
Natasha |
Negão |
Nego |
Nero |
Nescau |
Nestor |
Neve |
Nick |
Nicole |
Nicoly |
Nikita |
Nina |
Nino |
Noel |
Nully |
Nuno |
|
O |
|
|
|
|
Odin |
Okla |
Oliver |
Olívia |
Orca |
Orpheu |
Oscar |
Osiris |
Otto |
Ozzy |
P |
|
|
|
|
Pajé |
Paloma |
Panda |
Pandora |
Pantera |
Paquita |
Patty |
Pedrita |
Pelé |
Penélope |
Penny |
Pepeu |
Perry |
Perseu |
Perycles |
Peter |
Phoebe |
Pierre |
Pingo |
Pink |
Pipoca |
Pirata |
Pitoco |
Pluto |
Pompom |
Pongo |
Popeye |
Popó |
Porsche |
Potter |
Preta |
Preto |
Puff |
Pumpido |
Puppy |
Q |
|
|
|
|
Queen |
Quica |
Quicky |
Quincas |
Quindim |
Quixote |
|
|
|
|
R |
|
|
|
|
Radar |
Raicow |
Raoni |
Raul |
Ray |
Rayka |
Rei |
Rex |
Richard |
Rick |
Rin Tin Tin |
Ringo |
Robin |
Ruffus |
Russo |
Rusty |
|
|
|
|
S |
|
|
|
|
Sabrina |
Sarha |
Saddam |
Sally |
Samantha |
Samy |
Sandy |
Sansão |
Sarah |
Satã |
Saymon |
Scar |
Scarlett |
Scary |
Scott |
Sebastian |
Shadow |
Shake |
Shana |
Sharon |
Shazam |
Shenna |
Sherlock |
Sherry |
Shiva |
Shivan |
Silverado |
Simbad |
Sivuca |
Skip |
Slash |
Slink |
Slot |
Smart |
Sniff |
Snoopy |
Snow |
Sombra |
Sophia |
Sparky |
Spike |
Sultão |
Sushi |
|
|
T |
|
|
|
|
Tainá |
Talita |
Tambor |
Tango |
Tasha |
Tatty |
Tauleique |
Taurus |
Taysom |
Teco |
Teddy |
Teka |
Tekila |
Tequila |
Terry |
Thabata |
Thor |
Tiazinha |
Tico |
Tieta |
Tigger |
Tobby |
Tobias |
Toddy |
Tommy |
Toro |
Toru |
Totó |
Tubarão |
Tucho |
Tupã |
Turco |
Turquesa |
Tutti |
Tutty |
Tutu |
Typpi |
Tyson |
|
|
U |
|
|
|
|
Ulisses |
Ulla |
Ully |
Uriel |
Ursinho |
Urso |
|
|
|
|
V |
|
|
|
|
Vadão |
Vany |
Vavá |
Venus |
Veruska |
Vick |
Vida |
Viking |
Vivi |
Vulcano |
W |
|
|
|
|
Wally |
Wendy |
West |
Whisky |
Will |
Willie |
Willy |
Wilza |
Windy |
Wishbone |
Wolf |
Woody |
|
|
|
X |
|
|
|
|
Xana |
Xandy |
Xêna |
Xênia |
Xica |
Xingu |
Xuxa |
|
|
|
Y |
|
|
|
|
Yan |
Yankee |
Yara |
Yasmim |
Ygor |
Yoko |
Yonny |
Yuppi |
Yuri |
|
Z |
|
|
|
|
Zaira |
Zandor |
Zazá |
Zeca |
Zefa |
Zelda |
Zero |
Zetti |
Zeus |
Zezinho |
Zico |
Zizi |
Zork |
Zorro |
Zulu |
|
| Bichon Frisé |
 |
Bichon Frisé |

|
Nome original |
Bichon à Poil Frisé |
Outros nomes |
|
País de origem |
Bélgica
|
França
|
Padrão FCI |
Grupo: 9 |
Seção: 1 |
Bichons e raças semelhantes |
Número #215 - 10/01/1972 |
Não é reconhecida oficialmente |
Esta raça está extinta |
Variedades |
|
Notas |
|
O Bichon Frisé é um cão de porte pequeno e pelagem fina e sedosa. São animais de estimação populares, e muito semelhantes com os poodles em aparência.
Temperamento
É um cão alegre, afetuoso, ativo, divertido e amistoso, muito sociável com pessoas e com outros cães e muito usado como auxiliar em terapias humanas que envolvem a presença de animais.Adora estar na companhia de seres humanos e outros cães, principalmente, mas também de outros seres vivos, jamais desprezam o calor de um colo ou uma boa brincadeira. Tem aparência semelhante a de bichinhos de pelúcia. Ativo, traz alegria ao ambiente, mas não exige atenção constante para brincar. Respeita a eventual indisposição do dono para brincadeiras ou carícias.
Aparência
A sua aparência quando filhote é um pêlo tosqueado e com manchas rosadas em algumas partes do corpo. Tais manchas podem ou não sumir, dependendo de sua genética. O Bichon Frisé quando adulto tem o pêlo normalmente branco puro, com vestígios ou não das manchas.
A aparência de um bichinho branco e de pequeno porte, com pêlos de caráter cheio leva muitas pessoas a confundir com um Poodle. Na verdade o Bichon é resultado do cruzamento do Poodle e o Maltês. O porte é assemelhado ao do Maltês, como a textura de seu pelo macio. Entretanto, o pêlo cheio e encaracolado o levou a ser chamado como seu nome atual. Bichon Frisé, em francês é algo como "Bicho Encaracolado".
Ideal para pequenos espaços, o pouco pêlo que solta acaba ficando retido na escova e não suja o ambiente.
História
O Bichon Frisé tem origem muito antiga pois já existia no antigo Egito e na Fenícia, 1400 anos antes de Cristo. Na Europa a raça foi se moldando, especialmente na França e na Bélgica. Porém, a popularização da raça se deu nos Estados Unidos, sendo reconhecida em 1973.
|
| Border Collie |
 |
Border Collie |

|
Nome original |
|
Outros nomes |
|
País de origem |
Reino Unido
|
|
Padrão FCI |
Grupo: 1 - Cães Pastores e Boiadeiros (exceto Boiadeiros Suíços) |
Seção: 1 - Cães Pastores |
|
Número 297 08/09/1988 |
Não é reconhecida oficialmente |
Esta raça está extinta |
Variedades |
Pêlo longo
Pêlo curto
Branco
Preto
Blue-Merle
O branco jamais deverá ser predominante |
Notas |
|
Border Collie é uma raça de cães desenvolvida na Grã-Bretanha. Descende de antigos cães pastores de renas, que foram trazidos para a Escócia durante as invasões vikings.
Aparência
Tamanho entre 40 e 52 cm, peso de 13 a 22 kg (machos) ou a 18 kg (fêmeas). Todas as cores são admitidas sendo o branco e preto o mais abundante. Existem duas variedades de pelagem: Pêlo longo (ou grosseiro), com cerca de 8 cm de comprimento, e pêlo curto (ou liso) com 2,5 cm de comprimento. Com o seu tamanho médio pode acostumar-se a apartamentos pequenos. Por dia gasta em media só de 400 a 550g.
Temperamento
É bem atento a tudo, guardando onde vive, sempre atento ao que possa acontecer. Não costuma ser feroz, a não ser que seu dono venha sofrer algum tipo de agressão. No Ranking de inteligência elaborado por Stanley Coren, o Border Collie é o primeiro colocado.
Utilidade
É muito usado na prática de agility, Frissbe,de obediência e excelente pastor de ovelhas. É resistente, ágil e considerado um cão incansável. Por seu alto gasto de energia, não deve ser mantido confinado em espaços pequenos e, quando na cidade, deve ser levado para passear e correr regularmente.
|
| Chihuaua |
 |
Chihuahua |

|
Nome original |
Chihuahueño |
Outros nomes |
|
País de origem |
México
|
|
Padrão FCI |
Grupo: 9 |
Seção: 6 |
Cães de companhia - Chihuahua |
Número #218 - 24/03/2004 |
Não é reconhecida oficialmente |
Esta raça está extinta |
Variedades |
Pêlo comprido
Pêlo duro |
Notas |
|
O Chihuahua é a menor raça de cães do mundo. Seu nome vem da região de Chihuahua no México.
Descrição
A estatura está compreendida entre 16-22cm(mini) e é proporcional ao peso, que vai de 0,5 a 2,5 kg. Os tamanhos menores são os mais apreciados. Tem um crânio em forma de maçã, com o focinho curto e pontudo, olhos redondos; orelhas grandes que se erguem quando alerta; corpo compacto, mais comprido do que alto; cauda mantida curvada sobre o dorso ou de lado. As cores mais freqüentes são o fulvo-claro, o areia, o marrom, o prateado e o azul-aço; a pelagem pode ser unicolor ou malhada.
Aparência
Existem duas variedades, o pêlo longo e o pêlo curto. Os chihuahuas podem ter várias cores e são conhecidos pelas suas grandes orelhas em pé. Filhotes de chihuahuas às vezes são confundidos com hamsters por causa das suas caras apertadas, tamanho ex | |